15 comentários

  • Rodrigo Véras 30 de novembro de 2011  

    Achei este vídeo do geneticista evolutivo Michael Hammer sobre as origens humanas em que ele explica de maneira bem mais detalhada a questão. De interesse particular é o trecho por volta dos 33 ou 34 minutos em que ele explica as diferenças de herança de genes mitocondriais, do cromossom Y e dos demais pares de autossomos nucleares, o que ajuda a ilustrar e explica melhor o que eu e o Eli falávamos sobre as origens de diversas porções de nossos genomas.

  • Anônimo 30 de novembro de 2011  

    Achei este vídeo do geneticista evolutivo Michael Hammer sobre as origens humanas em que ele explica de maneira bem mais detalhada a questão. De interesse particular é o trecho por volta dos 33 ou 34 minutos em que ele explica as diferenças de herança de genes mitocondriais, do cromossom Y e dos demais pares de autossomos nucleares, o que ajuda a ilustrar e explica melhor o que eu e o Eli falávamos sobre as origens de diversas porções de nossos genomas.

  • Rodrigo Véras 2 de fevereiro de 2018  

    Explique melhor o propósito do blog.”

    Não há muito o que acrescentar. Este é um blog de divulgação científica sobre biologia evolutiva e temas conceituais e filosóficos relacionados.

    Filosofia não é ciência?”

    Não, a menos que se empregue uma definição vaga e pouco útil de ciência. Mas como expliquei acima, filosofia não é o problema. Aqui tentamos também divulgar tópicos de filosofia da ciência (especialmente filosofia da biologia) e epistemologia que sejam relevantes, mas procuramos nos concentrar na filosofia acadêmica e em artigos técnicos científicos. Esse é o problema com seus posts e comentários. Eles não tem nada a ver com isso. Não se distinguem dos típicos ataques e objeções criacionistas e retórica anticientífica.

    E “seleção natural” é?”

    Você realmente não faz muita ideia do que estalando não é?

    A seleção natural é um princípio científico que descreve um tipo de mecanismo ou processo evolutivo.

    ME MOSTRE UM ÚNICO CASO DE SELEÇÃO NATURAL hoje ou no passado!”

    Existem vários exemplos que podem ser encontrados em qualquer livro-texto de biologia evolutiva e mesmo em várias postagens deste blog, que você mesmo pode procurar. O fato de você desconhecer ou negar isso é mais uma indicação que suas postagens e comentários estão completamente deslocados por aqui e seu interesse não é em ciência, pelo menos não como a comunidade científica e mesmo filosófica costuma encará-la. Esse tipo de questionamento é padrão entre criacionistas e outros negacionistas. Ele assentasse na trivialidade de você poder adotar uma definição ou critério de prova/evidência completamento pessoal e desvinculado do que a comunidade científica e filosófica aceita. O problema é que o ônus é seu.

    E mentir é ciência, tanto quanto acreditar em dogma de fé que mente?”

    Outra questão retórica disparatada. O ônus de demonstrar que algo consensualmente aceito pela comunidade científica é mentira é todo seu e de outros proponentes de ideias anti- e/ou pseudocientíficas.

    A biologia evolutiva não têm nada a ver com fé ou dogma. A evolução biológica é aceita consensualmente entre os cientistas e a realidade de tal fenômeno é amparada por uma gama enorme de evidências oriundas de diversas linhas de investigação científica complementares. Mais uma vez, aconselho que você vá consultar os livros-texto de biologia evolutiva e o posicionamento das mais variadas e respeitadas sociedades científicas do mundo.

    Não precisa se desculpar caro Rodrigo, basta apenas explicar,”

    Gostaria realmente de acreditar que você quer entender. Apesar de acusar a comunidade científica de dogmatismo, você é que parece ser vítima dele. Seu sarcasmo também não facilita a discussão e me faz questionar suas intenções, além de acionar o meu próprio sarcasmo.

    Como biólogo que se diz ser”

    Agora, você questiona gratuitamente minhas credenciais e formação. Entendo isso como um ataque pessoal e mais uma mostra de que você não está aqui para realmente aprender e discutir biologia evolutiva e tópicos relacionados dentro de uma perspectiva séria, embasada e bem referenciada.

    Contudo, o problema é que minhas credenciais são irrelevantes (Veja que jamais questionei as suas) pois o que importa são os argumentos e evidências que se traz a baila. Você veio neste blog e não trouxe nem uma coisa nem outra só questionamentos e retórica vazia.

    QUE TAL EXPLICAR O QUE ENTENDE POR “SER-VIVO”?”

    Poderia explicar o que é ‘ser vivo’ para você. Poderia, inclusive dissertar sobre as diversas definições, conceitos e discussões em filosofia da biologia sobre o tópico. Também poderia, em fim, apontar para o fato de que o que importa para a investigação científica, na realidade, são as definições operacionais e acordo tácito ou explícito sobre elas e a capacidade de concordar, na imensa maioria dos casos, sobre o que é e o que não é um ser vivo, já que, para os biocientistas, não há, de fato, a necessidade de que haja uma única e absoluta definição. Porém, sua atitude já mostra que você simplesmente não aceitaria isso e repetiria as mesmas objeções sem sentido que fez em outros comentários.

    Entendi o propósito do blog, não entendi de fato o seu. Arioba”

    Creio que você errou nos dois casos.

    Rodrigo

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