Resenha: “Como derrotar o evolucionismo”, de Phillip E. Johnson

RESENHA DO LIVRO “COMO DERROTAR O EVOLUCIONISMO COM MENTES ABERTAS”, DE PHILLIP E. JOHNSON


POR ROBERT T. PENNOCK – DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MICHIGAN


NATIONAL CENTER FOR SCIENCE EDUCATION (NCSE), EUA


Quem leu os livros “Darwin no banco dos réus” (original de 1991) e “Reason in the Balance” (1995), de Phillip E. Johnson, vai reconhecer imediatamente seu argumento e sua retórica no último livro. Johnson, denovo, apresenta a explosão do Cambriano e outras características do registro fóssil que ele diz que os biólogos não podem explicar, mas ele se opõe à teoria evolutiva primariamente através de um ataque ao naturalismo científico. Ele discursa sobre a necessidade de proteger os jovens contra a “doutrinação” (p. 10) pelas mãos dos “naturalistas dominantes” (p. 22) que fazem os estudantes memorizarem a “doutrina naturalista” (p. 34). Ele continua insinuando que há uma conspiração de elites darwinianas ateias que controlam as ondas de rádio – “os donos dos microfones da mídia [que] decidem quem é mocinho e quem é vilão” (p. 33).

Embora seus argumentos contra a evolução sejam largamente filosóficos em vez de científicos, ele ignora a maior parte da história da filosofia, e ainda insiste persistentemente, por exemplo, que aceitar Deus como um fundamento sobrenatural é a única maneira de evitar o relativismo tanto no conhecimento quanto na moralidade. Quando “declaramos nossa independência de Deus” (nos anos 60, é claro, logo após o centenário da obra de Darwin em 1959), perdíamos o pressuposto de que “a lei foi baseada num conjunto de princípios morais que vieram em última instância da Bíblia”, e isto, opina Johnson, resultou primeiro no advento do divórcio, depois na revolução sexual, na revolução feminista, e inevitavelmente no direito ao aborto e na liberação homossexual (pp. 103-4). Esses temas, e também as notas caracteristicamente estridentes de Johnson, agora já ficaram cansativamente familiares. Há, entretanto, alguns poucos desenvolvimentos interessantes no livro.

A novidade mais significativa no ataque de Johnson à evolução é que, pela primeira vez, ele se expõe explicitamente contra a tese da ancestralidade comum. Em muitos textos anteriores Johnson ignorou alegremente o significado básico de evolução que os livros-texto trazem, e usou sua própria definição idiossincrática que não mencionava nada sobre descendência com modificação [expressão original usada por Darwin no lugar da palavra evolução]. Suspeitava-se sempre que Johnson fosse um criacionista mais tradicional do que se mostrava, mas ele se recusava a ser específico e restringia suas objeções ao mecanismo darwiniano (que ele chamou de “tese do relojoeiro cego”) e à pretensa “filosofia dogmática” do naturalismo que ele alegou ser parte de sua definição.

 

O autor promoveu o “design inteligente” como a alternativa correta, mas se recusou a dizer qualquer coisa sobre essa “teoria” além da alegação vaga de que o planejamento intencional de Deus era a explicação verdadeira para a complexidade biológica, deixando aberta a possibilidade de Deus não ter criado os tipos biológicos ex nihilo, mas guiando o processo de descendência. Entretanto, como alegou anteriormente que o mecanismo darwiniano era uma doutrina falsa apoiada no naturalismo, ele agora diz o mesmo sobre a descendência com modificação: “Deixando de lado o materialismo”, conclui, “a tese da ancestralidade comum é tão dúbia quanto o mecanismo darwiniano” (p. 95). Talvez num livro futuro ele finalmente nos dirá o que a teoria do design inteligente tem a dizer sobre a estratigrafia e o Dilúvio de Noé.

Uma segunda novidade significativa aqui é uma indicação de como os teóricos do “design inteligente” esperam atualizar o velho argumento criacionista do conteúdo de informação das moléculas biológicas. Johnson sugere (incorretamente) que informação é um conceito radicalmente antimaterialista. Alega que a informação é primária e anterior ao material, notando que o evangelho de João diz que “no princípio era o Verbo”, não a matéria. Esta é uma ideia assumidamente interpretativa e, dada a real importância de questões sobre a teoria da informação em biologia, podemos esperar que os criacionistas se safem desta. Johnson introduziu sua ideia num artigo de 1996 na revista Biology and Philosophy, garimpando algumas frases do biólogo George C. Williams quando este discutia (de maneira bastante informal, eu diria) sobre informação biológica. Williams havia dito que a informação não era “realidade objetiva física” e era um “domínio mais ou menos incomensurável” em relação à matéria, e Johnson propôs que este era um reconhecimento de um dualismo ontológico de matéria e informação, e que portanto matéria nunca poderia explicar a origem da informação.

 

Williams e Richard Dawkins escreveram réplicas enérgicas e contundentes, mas no livro “Como derrotar o evolucionismo” Johnson simplifica demais as objeções. Ele admite que é fácil explicar a origem da informação se seu conteúdo é pequeno, mas alega que não há como explicar de forma natural a “informação altamente especificada” de organismos complexos. Não se surpreenda se esta for a próxima empreitada dos novos criacionistas pelo design inteligente. Quando acontecer, observe a petição de princípio sutil em palavras como “especificada”, que levam a pensar em um “agente inteligente” (um especificador), em que “especificado” ficaria mais preciso.

 

Na próxima vez que Johnson disser que “o Verbo (informação) não é redutível à matéria, e até mesmo precede a matéria” (p. 71), não se esqueça de perguntar por um exemplo de informação que seja anterior à matéria (ou a qualquer entidade física) – ele não terá o exemplo porque a informação é uma propriedade relacional que não pode existir numa forma “desencarnada”. E não se deixe ignorar por alegações fáceis sobre irredutibilidade, pois este é um conceito filosófico difícil e controverso. Enquanto é verdade que, num sentido simples de redução, a informação não é redutível à matéria (isto é, a mesma informação pode aparecer num número de formas materiais diferentes), este não é um sentido de redução que levaria a qualquer forma de dualismo fantasmagórico ou necessariamente precisaria de um autor inteligente.

 

Uma mudança menos substanciosa mas talvez mais importante neste novo livro é a troca explícita do público-alvo de Johnson. Numa entrevista em 1993, Jonhson havia dito que ele não estava interessado em discutir como o debate sobre o criacionismo deveria ser conduzido nas escolas. “[O] sistema das escolas públicas não é minha praia”, explicou, “não é onde quero discutir. É nas universidades e na comunidade científica que eu realmente começo a debater” (Barbero 1993). Agora Johnson está preparado para mudar de cena e escreve que o objetivo deste novo livro é dar “uma boa educação de nível médio sobre como pensar sobre a evolução” (p. 11). Seu público-alvo consiste nos “adolescentes – jovens do ensino médio ou iniciando o curso de graduação” (p. 9) e seus pais e professores. Ele até nos conta como projetaria um currículo em evolução para esses estudantes. Aparentemente, Johnson agora quer que a questão seja articulada nas escolas, pois ele diz que o currículo de biologia deveria ser construído em torno de princípios de pensamento crítico. Ele quer virar o jogo sobre os céticos científicos e fazer com que os estudantes treinem o que Carl Sagan chamou de detector de mentiras sobre a teoria evolutiva. [O autor da resenha se refere ao capítulo “A arte refinada de detectar mentiras“, do livro “O mundo assombrado pelos demônios”.]

 

Johnson passeia pela lista de Sagan para detecção de apelos falaciosos à autoridade, uso seletivo de evidência, petição de princípio, argumentos ad hominem, e etc., mas ilustrando-os com formas que ele alega que os biólogos evolutivos têm de esconder as mentiras/bobagens. Por exemplo, ele diz que os estudantes deveriam ser ensinados a buscar a “estratégia” dos evolucionistas de começar falando do que chamam de “o fato” da evolução e então subrepticiamente inflá-lo para incluir o mecanismo. (Gould e alguns outros biólogos evolutivos falam sobre a descendência comum com modifcação como “o fato” da evolução para distingui-la da “teoria” do(s) mecanismo(s) pelos quais ela aconteceu. Na seção sobre o currículo Johnson define [a descendência comum] enganosamente e a ignora como sendo apenas um ponto incontroverso quando “organismos têm certas similaridades como o código genético do DNA, e são agrupados em padrões” [p. 58], embora a use mais tarde no sentido de Gould para se referir à descendência comum quando ele [Johnson] rejeita essa tese [p. 94].)

 

Incrivelmente, Johnson alega que esta distinção importante entre produto e processo é “apenas um artifício de debate” (p. 59) para esconder problemas com o mecanismo darwiniano. Ele alerta aos professores que se eles quiserem tentar ensinar sobre a “escamoteação” evolutiva eles podem ter problemas em não chamar a atenção dos “assim chamados advogados de liberdades civis” (p. 116) e oferece seus serviços e os de seus colegas para ajudá-los. Ele sugere que os professores acessem o sítio eletrônico “Access Research Network” (www.arn.org), que se tornou a loja outlet para o criacionismo do “design inteligente”, onde seus materiais serão postados.

 

Devemos aplaudir o convite de Johnson para ensinar o pensamento crítico, mas seu programa de sete passos para aplicá-lo ao currículo de biologia é ridículo. Imagine sugerir que o jeito certo de ensinar geologia é dizendo aos estudantes que o assunto é pouco mais que “dogma filosófico” e que os geólogos são “enganadores” que intencionalmente “fogem das perguntas difíceis” e que devem ser “vistos com suspeita”. Ensinar uma disciplina acadêmica desta maneira seria intelectualmente irresponsável e moralmente repreensível. Mesmo pais que são criacionistas e gostariam de ver esta abordagem crítica da evolução nas escolas podem ficar não muito felizes de ouvir que Johnson também recomenda que os estudantes aprendam na aula de biologia a usar seus detectores de mentiras em suas próprias crenças religiosas. Ele argumenta que acreditar em Deus apenas pela fé em vez da razão é um “erro” ou uma “estratégia de defesa racional nascida do desespero” (p. 20), e que os estudantes devem confrontar os problemas teológicos que resultam de aceitar a evolução.

 

Acredite ou não, o pensamento crítico sobre tais assuntos teológicos também está em um ou outro dos sete passos que Johnson incluiria em seu currículo de biologia. Johnson quer colocar toda a culpa no naturalismo científico, mas este não é mais ou menos um “pressuposto” de qualquer outra ciência teórica ou aplicada do que é do darwinismo; se o currículo de Johnson é justificado para aulas de biologia, então por que ele não recomenda consistentemente que ele seja aplicado igualmente na aula de física ou na prática de mecânica?

 

Johnson diz aos estudantes do ensino médio que eles precisam “aprender a usar os termos precisa e consistentemente” (p. 57), mas que os biólogos são intencionalmente escorregadios em seu uso do termo evolução, de forma que quando o ouvirem “seus ponteiros no detector de mentiras devem apontar para ‘alerta de escamoteação'” (p. 116). Estudantes que leiam este livro vão ganhar muito apontando seus detectores de mentiras sobre ele, pois o uso que Johnson faz da terminologia não é exemplo das virtudes que ele acertadamente prega. Além do desleixo terminológico apontado acima, descobre-se que Johnson é similarmente desleixado com outros conceitos evolutivos quando é para sua própria vantagem. Um exemplo é o que ele chama de “erro de Berra”.

 

Em “Evolução e o mito do criacionismo” (1990), o zoólogo Tim Berra ilustrou uma ideia sobre a natureza de uma sequência evolutiva usando uma série de fotografias que mostram o desenvolvimento do [Chevrolet] Corvette ao longo de várias décadas. Johnson diz que Berra errou porque “[A] sequência do Corvette… não ilustra de forma alguma a evolução naturalista. Ela ilustra como projetistas inteligentes tipicamente atingirão seus propósitos adicionando variações ao plano básico do projeto” (p. 63). Mas é Johnson quem está sendo enganosamente ambíguo aqui, pois Berra nunca alegou que este era um exemplo de seleção natural, mas diz explicitamente que é uma ilustração de um tipo de descendência com modificação. Ele usa o exemplo para ilustrar como pequenas mudanças, onde o parentesco de formas intermediárias é facilmente reconhecível, podem se acumular em diferenças tais que o produto final é quase irreconhecivelmente diferente do ponto de partida. Para este propósito o exemplo do Corvette, usando seleção artificial em vez de seleção natural, funciona perfeitamente bem.

 

Além disso, é uma ilustração importantíssima e básica com um exemplo familiar, já que muitos criacionistas continuam a se agarrar à imutabilidade das espécies e insistem que a seleção cumulativa de pequenas variações numa espécie (microevolução) não pode se acumular para formar espécies novas a partir de espécies antigas (macroevolução). Jonhson enganosamente define a microevolução como “variação cíclica dentro do tipo” (p. 57) de forma que ela pareça se encaixar na ideia criacionista do fixismo dos tipos. Johnson alega que essas pequenas mudanças não podem se acumular formando novas espécies a partir de outras (macroevolução); e o exemplo familiar [do Corvette] serviu para ilustrar o contrário. Logo, é Johnson, não Berra, quem cometeu um erro. Além disso, devemos mesmo levar a sério a sugestão implícita sobre descobrir os propósitos divinos do projetista numa analogia com os projetistas de carros? Se é assim, o que deveríamos concluir sobre os propósitos de Deus para os seres humanos, chimpanzés, gorilas e os vários hominídeos fósseis dado que todos não passam de variações no “plano básico” primata? Parece que o Homo sapiens é apenas a última versão numa linha de montagem de modelos que falharam na maior parte.

 

A imprecisão e inconsistência de Johnson são ainda mais pronunciadas quando se trata dos conceitos filosóficos sobre os quais trabalha tanto. Por exemplo, sem levar em conta a distinção básica entre naturalismo ontológico e naturalismo metodológico, Johnson continua a falar genericamente do “naturalismo” como uma metafísica dogmática (veja Pennock 1996). A evidência que ele apresenta de que os biólogos estão comprometidos com o posição ontológica de que Deus não existe e que a natureza “é tudo o que há” vem da Declaração de Posicionamento da Associação Nacional Americana de Professores de Biologia (NABT) em 1995, que disse que a evolução era um processo “sem supervisão” e “impessoal”. O fato de a NABT ter retirado recentemente esses dois termos de sua declaração para permanecer apropriadamente agnóstica sobre o papel de Deus [na evolução] (como requer o naturalismo metodológico [das ciências]) repudia a acusação de Johnson.

 

Ao compor a tergiversação acima, Johnson também confunde o naturalismo científico com o materialismo. O materialismo mecanicista se tornou a ontologia naturalista dominante no século XVII, mas o naturalismo científico permite outras categorias explanatórias do ser, contanto que não violem as leis naturais. De fato, é mais comum na filosofia da ciência hoje falar em fisicalismo em vez de materialismo, de forma a não enfatizar exageradamente a matéria sobre o espaço-tempo, forças, campos e outras categorias básicas que foram adicionadas à física ao longo dos séculos, e de forma a não fazer petições de princípio definitivas sobre a metafísica.

 

Johnson corrige (temporariamente) um erro filosófico sério que cometeu no livro “Reason in the Balance“. Nele seu alvo principal foi o “modernismo”, mas ele descreveu incorretamente os modernistas como relativistas éticos e epistêmicos, e atribuiu ao modernismo características que na verdade pertencem ao “pós-modernismo”. Em Como derrotar o evolucionismo ele se sai melhor, escrevendo que “os modernistas acreditam numa racionalidade universal fundada na ciência; pós-modernistas acreditam numa miríade de racionalidades diferentes e consideram a ciência como apenas um dos modos de interpretar o mundo. Em outras palavras, mordenistas são racionalistas; pós-modernistas são relativistas” (p. 90). Mas depois de admitir essa diferença ele volta a misturar as duas coisas e critica o modernismo genericamente como a “religião estabelecida” subjetivista do ocidente (p. 97).

 

Interessantemente, a própria opinião de Johnson é claramente pós-modernista em vários de seus elementos centrais. Seus escritos estão eivados de linguagem pós-moderna sobre a “construção” do conhecimento por aqueles que estão no “establishment” e estão agindo para proteger seu “poder e riqueza” através da “doutrinação” das massas com uma “ideologia” opressiva. Não fiquei surpreso ao saber recentemente que o título original que Johnson tinha para “Darwin no banco dos réus” era “Darwinismo desconstruído”. Como os filósofos pós-modernos, Johnson parece pensar que o que é chamado de conhecimento nada mais é que narrativas culturais em voga sustentadas pela elite dominante. Um exemplo desta opinião em Como derrotar o evolucionismo é a ênfase que ele dá à peça teatral “O vento será tua herança” [ou “O Julgamento do Macaco”] – uma ficcionalização do julgamento de Scopes, que ele chama de uma “obra-prima da propaganda” (p. 25). Tecendo sua própria obra-prima da descontrução, Johnson tenta argumentar que a peça na verdade atinge seu efeito por empréstimo aos evangelhos e essencialmente por dar a Bert Cates (o personagem que representa o professor de biologia Scopes [condenado no Tennessee por ensinar evolução em 1925]) o papel moral de Jesus.

 

Bem, talvez, mas o que isso tem a ver com saber se a evidência científica nos diz ou não que a evolução é verdadeira? A resposta, é claro, é que, embora Johnson seja como os pós-modernistas em opor-se aos métodos científicos como tendo qualquer mérito especial para descobrir verdades sobre o mundo empírico, ele é na verdade um pré-modernista ao defender (embora nunca admitindo sem rodeios) que a única garantia de verdade é a Palavra de Deus. Johnson quer derrotar o evolucionismo “com mente aberta” para as possibilidades sobrenaturais dos modos que ele sugere e ignorar os critérios usuais de evidência. Como um antídoto para o chamado pós-modernista de Johnson para jogar fora desatentamente os métodos científicos, convém lembrar a recomendação sábia do filósofo Bertrand Russell – é bom manter a mente aberta, mas não tão aberta ao ponto do cérebro escapulir.

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*As páginas referenciadas no texto referem-se à edição original em inglês.

Resenha traduzida de Pennock, RT. Reports of the National Center for Science Education, 1997; 17(6): 36-38.

REFERÊNCIAS

Barbero Y. Interview With Phillip E Johnson. California Committees of Correspondence Newsletter 1993.

Berm T. Evolution and the Myth of Creationism. Princeton, NJ: Princeton University Press, 1990.

Pennock RT. Naturalism, evidence and creationism: The Case of Phillip Johnson. Biology & Philosophy 1996; 11(4): 561.

LIVRO RESENHADO

Phillip E. Johnson . Como derrotar o evolucionismo com mentes abertas. Editora Cultura Cristã, 2000.

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N. do T.: Este livro lamentavelmente está sendo recomendado para o ensino médio nas escolas confessionais adventistas.

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8 comentários

  • Andre Bruinje 24 de novembro de 2010  

    OBRIGADO..
    ..por poupar no mínimo algumas horas de leitura talvez um pouco indignante e transformá-las em 20 minutos!
    Parabens pelo texto e pelo blog. Não conhecia, mas gostei. Vou seguir!
    Um abraço

    Andre Bruinje

  • Anônimo 24 de novembro de 2010  

    OBRIGADO..
    ..por poupar no mínimo algumas horas de leitura talvez um pouco indignante e transformá-las em 20 minutos!
    Parabens pelo texto e pelo blog. Não conhecia, mas gostei. Vou seguir!
    Um abraço

    Andre Bruinje

  • Obrigado Rodrigo e Luiz pelos comentários e pelos olhares atentos para tudo aquilo que se refere à biologia evolutiva. Enquanto houver pessoas apaixonadas pela ciência como vocês sempre teremos coisas novas para aprender. Aproveito para convidá-los a fazer uma visita ao blog Biorritmo, um espaço que criei na web para divulgar a ciência da vida em todos os seus aspectos. Confiram em http://www.profjabiorritmo.blogspot.com

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