Para acessar os artigos relatando e analisando a descoberta de 1500 fósseis, encontrados em um sistema de caverna sul africano e atribuídos a nova espécie humana, Homo naledi, veja aqui e aqui.

Um espaço para agregar ciência e filosofia sobre evolução biológica. Contribua!

SURPREENDENTES DECLARAÇÕES DE EVOLUCIONISTAS:

E quanto aos seus ancestrais, o que pode ser achado em rochas anteriores ao período Cambriano? Daniel I. Axelrod precisa confessar:
"Um dos maiores problemas insolúveis da Geologia e da Evolução é a ocorrência diversificada de invertebrados pluricelulares marinhos em todos os continentes nas rochas do perído Cambriano Inferior e sua ausência em rochas de mais idades".
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Mmaney confessa:
"Como este tronco dos primeiros cordatos evoluiu, através de que estágios de desenvolvimento passaram para dar origem à criaturas realmente semelhantes aos peixes, não sabemos. Entre o período Cambriano , quando provavelmente se originaram, e o período Ordoviciano, quando os primeiros fósseis com características de peixes apareceram, existe uma lacuna de talvez uns 100 milhões de anos, que provavelmente nunca seremos capazes de preencher".
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A Evolução é um fato, apesar de desconhecermos seus mecanismos". É a velha desculpa dada por Stephen Jay Gould de que "o fato da evolução não é afetada pelas discussões sobre o mecanismo da evolução", a evolução é e nunca deixará de ser um fato, apesar de ainda não entendermos bem como ela funciona, a formulação humana de como esse fato ocorreu é que está incompleta ou faltando. Claro que não adianta nada ficar repetindo que algo é um fato se você nem mesmo sabe como essa "coisa" age.
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"Muita evidência pode ser citada a favor da teoria da evolução- na biologia, biogeografia e paleontologia, mas continuo pensando que, para os não preconceituosos, o registro fóssil das plantas favorece a criação...Será possível imaginar que uma orquídea, uma lentilha d’água, e uma palmeira possam ter os mesmos ancestrais, e temos qualquer evidência dessa suposição? Os evolucionistas devem preparar-se para uma resposta, mas creio que a maioria seria derrotada diante de uma inquisição."
E. J. H. Corner, "Evolution" em Anna M. McLeod, L. S. Cobley, Contemporary Botanical Thought (Chicago, IL: Quadrangle, 1961), 97.
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Dobzhansky comenta:
"Por que, então, a maioria dos bacilos-coli encontrados fora dos laboratórios continuam suscetíveis a ataques bacteriofágicos? A teoria nos leva a deduzir que, sob certos aspectos , os mutantes resistentes devem estar em desvantagem quando comparados às bactérias sensíveis na ausência de bacteriófagos ou antibióticos. Esta inferência teórica é surpreendentemente verificada em algumas experiências. Cerca de 60% dos mutantes resistentes à estreptomicina nos bacilos-coli são também dependentes da estreptomicina; esses mutantes não conseguem crescer num meio de cultura livre de estreptomicina. Uma substância venenosa para as bactérias de sensibilidade normal é básica para a vida dos mutantes resistentes! E. H. Anderson mostrou que certas espécies bacteriofágicas resistentes de bacilos-coli exigem certas substâncias alimentares para crescer que não são necessárias para o crescimento das bactérias sensíveis. Os mutantes resistentes serão destruídos em ambientes nos quais os alimentos requeridos não existem."
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Ainda sobre a "evolução" microbiótica, Pierre-Paul Grasse, um grande evolucionista francês, comenta:
"Qual a utilidade de continuas mutações se não há real mudança? Por exemplo , as mutações de bactérias e vírus são meramente flutuações hereditárias sobre uma posição média, ela desliza para a esquerda, desliza para a direita, mas nenhuma evolução efetiva no final."
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Até Carl Sagan admite:
"As evidências fósseis podem ser consistentes com a idéia de um Grande Projetista."
Carl Sagan, "Cosmos", p.29
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Stephen Jay Gould diz ainda que a nossa capacidade de classificar espécies vivas e fósseis distintamente, usando o mesmo critério, "encaixa-se esplendidamente nos princípios criacionistas", e ainda pergunta:
"Mas como poderia uma divisão do mundo orgânico, em discretas entidade, ser justificada por uma teoria que proclamou mudanças interessantes como o fato fundamental da natureza?"
Stephen Gould, "A Quahog is a Quahog" Natural History (História Natural), V.88, n.7, 1979, pp.18-26
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Niles Eldredge, paleontólogo que em princípios da década de 70 propôs a teoria do "equilíbrio pontuado", juntamente com Stephen Jay Gould, também comenta sobre o documentário fóssil:
"Não é de se espantar que os paleontólogos tenham ignorado a evolução por tanto tempo. Aparentemente, ela jamais ocorre. A coleta cuidadosa de material na face de penhascos mostra oscilações em zigue zague, pequenas, e uma acumulação muito rara de leves mudanças -  no decorrer de milhões de anos, a uma taxa lenta demais para explicar toda a mudança prodigiosa que ocorreu na história evolutiva. Quando vemos o aparecimento de novidades evolutivas, isso ocorre em geral com um estrondo e, não raro, sem nenhuma prova de que os fósseis não evoluíram em outros lugares. Ainda assim, foi dessa maneira que o registro fóssil pareceu a muitos desesperados paleontólogos que queriam aprender alguma coisa sobre a evolução."
Niles Eldredge (1995), "Reinventing Darwin", Wiley, Nova York, p.95.
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O Dr. Colin Patterson (1933-1998) afirmou em entrevista que concedeu na BBC, a 4 de março de 1982: “A despeito do que se tem afirmado do ponto de vista teórico, não se demonstrou experimentalmente, até hoje, que organismos evoluem para formas bioquimicamente mais complexas. As evidências são mais consistentes com o padrão de degradação para formas bioquimicamente menos complexas, de acordo com o registro bíblico e com a segunda lei da termodinâmica”
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Em 1974, David B. Kitts, paleontólogo e evolucionista afirmou: “A despeito da brilhante promessa de que a Paleontologia proporciona meios de se 'ver' a evolução, ela tem apresentado algumas desagradáveis dificuldades para os evolucionistas, a mais notória das quais é a presença de lacunas no registro fóssil. A evolução requer formas intermediárias entre as espécies e a Paleontologia não as proporciona.” (“Paleontology and Evoluctionary Theory”, Evolution (28) 1974, p. 466.)
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O próprio Darwin afirmou que o registro fóssil "talvez fosse a objeção mais óbvia e mais séria" a sua teoria :
"Vimos, no último capítulo, que grupos inteiros de espécies parecem algumas vezes ter surgido de modo repentino; e tentei dar uma explicação a este fato que, se verdadeiro, com certeza representaria um golpe fatal para os meus pontos de vista."
"Por que, se algumas espécies descendem de outras espécies, através de estágios pequenos, não  as encontramos incrustadas em números incontáveis na crosta terrestre?"
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"Duvido que haja, na comunidade científica, um único indivíduo que poderia competir com o amplo espectro de argumentos (criacionistas) sem a ajuda de um exército de consultores em campos especiais."
Davi Raup, geólogo e evolucionista!
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 "Estudos que tiveram inícios nos anos 50 e continuam a um passo acelerado hoje revelam um registro fóssil pré-cambriano SIGNIFICATIVO mas o problema da explosão do pré- cambriano não cedeu,uma vez que nosso maior esforço falhou em identificar Qualquer criatura que possa servir como um ancestral imediato plausível para as faunas cambrianas" Dr.Stephem Jay Gould em seu artigo "A short way to big ends",na revista Natural History ,vol.95 (Janeiro de 1986),pp 18-28.
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Comentários de renomado evolucionista:"Penso que precisamos ir mais adiante do que temos ido e admitir que a única explicação aceitável é a criação.Sei que isto é um anátema para os físicos,e sem dúvida o é para mim,mas não devemos rejeitar uma teoria que não apreciamos se a evidência EXPERIMENTTAL a apóia.
"H.S.Lipsom,F.R.S,"A Physicist looks atevolution",Phisics bulletin,vol.31,1980.
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Veja, por exemplo, a citação de Futuyama: "A rápida origem dos filos animais, que transcorreu manifestamente nos 100 milhões de anos dentre as faunas de Ediacara e do Folhelho Burgess, tem sido considerada um dos grandes problemas da evolução". Atualmente este período para a origem dos filos cambrianos foi revisto para 10 milhões de anos (Ver BEHE, M. A Caixa Preta de Darwin. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1997. Pág. 36)
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"Só pra registro. O gradualismo acontece e é registrado. O pontualismo foi uma jogada de marketing para aquecer o financiamento das pesquisas em paleontologia no início da década de 70, que estavam relegadas a segundo plano na pesquisa evolutiva. Ele é uma teoria de lacunas e não considero válida. Com o conhecimento da arquitetura genômica que temos hoje, mudanças drásticas são facilmente explicadas por mutações simples. Viva a pleiotropia e epistasia! "
Karine Kavaco Bióloga evolucionista e atéia(nada pejorativo apenas para frisar uma posição filosófica) em : em :http://www.clubecetico.org/forum/viewtopic.php?t=1194
 http://clubecetico.org/forum/index.php/topic,1194.0.html
 http://clubecetico.org/forum/index.php?topic=1194.50 usando o nike NINA
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"Equilíbrio pontuado é bem tentador até que você aprenda genética... Coisa que, se o Gould aprendeu, resolveu não lembrar..."
Rubens Pazza, ateu(nada pejorativo apenas para frisar uma posição filosófica)e evolucionista  em :
http://clubecetico.org/forum/index.php/topic,1194.0.html
http://clubecetico.org/forum/index.php?topic=1194.50
Citação de: Atheist
Equilíbrio pontuado é bem tentador até que você aprenda genética... Coisa que, se o Gould aprendeu, resolveu não lembrar...
usanso o nick Atheist
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"O registro fóssil não oferecia qualquer apoio à mudança gradual: faunas inteiras tinham sido erradicadas durante intervalos de tempo extremamente curtos. As novas espécies apareceram no registro fóssil quase sempre de maneira abrupta, sem elos intermediários aos antepassados nas rochas mais velhas da mesma região" Jay Gould, O polegar do panda, p. 161; o sublinhado é nosso).
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"A extrema raridade das formas de transição no registro fóssil permanece como "segredo do negócio" da paleontologia. As árvores genealógicas que adornam nossos manuais têm dados apenas nas pontas e nos nós dos seus ramos; o resto, por mais razoável que seja, é inferência, e não evidência de fósseis. No entanto, Darwin aferrou-se tanto ao gradualismo, que comprometeu toda a sua teoria (...)" (Jay Gould, op. cit. p. 163).
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"Se o gradualismo é mais um produto do pensamento ocidental do que um fato da natureza, então deveríamos considerar filosofias alternativas de mudança para ampliar o nosso universo de preconceitos constrangedores. Na União Soviética, por exemplo, os cientistas são treinados numa filosofia da mudança muito diferente -- as denominadas "leis dialéticas", reformuladas por Engels a partir da filosofia de Hegel. As leis dialéticas são explicitamente pontuativas; falam, por exemplo, da "transformação da quantidade em qualidade". Isso pode parecer um pouco sem sentido, mas sugere que a mudança ocorre em saltos largos, que se seguem a uma lenta acumulação de tensões a que um sistema resiste até alcançar o ponto de ruptura. Aqueçam a água e ela acabará fervendo. Oprimam os operários cada vez mais e provocarão a revolução. Elredge e eu ficamos fascinados ao saber que muitos paleontólogos russos defendem um modelo semelhante ao nosso equilíbrio pontuado" (Jay Gould, op. cit.. p. 166).
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O biólogo evolucionista Leonid Kruglyak sendo citado na Nature em novembro de 2008 (vol 456, p 18)  "É uma possibilidade que existe alguma coisa [sobre as contribuições da estrutura genômica para a evolução de fenômenos complexos] nós apenas nao coneguimos  fundamentalmente entender ... Que é tão diferente do que estamos pensando que não estamos pensando nisso ainda. "
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Em Março de 2009, o biólogo molecular Eugene Koonin, escrevendo em Nucleic Acids Research (vol 37, p 1011): "Evolucionáro-genômicos estudos mostram que a seleção natural é apenas uma das forças que a evolução do genoma forma e não é quantitativamente dominante, enquanto os não-adaptativos processos são muito mais proeminentes do que se suspeitava anteriormente. " ...
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"A evolução acabou de receber o seu golpe mortal. Após ler o livro Origins of Life [Origem da Vida] com a minha formação em química e física, é claro que a evolução [biológica] não poderia ter ocorrido".
Richard Smalley, Ph.D., prêmio Nobel em Química de 1996
"Evolution has just been dealt its death blow. After reading Origins of Life with my background in chemistry and physics, it is clear that [biological] evolution could not have occurred."--Richard Smalley, Ph.D., Nobel Laureate-Chemistry, 1996
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Macromutação – uma grande mutação produz uma mudança súbita na evolução escapando da forma de transição: A “explosão” da evolução é realmente uma explosão – existiram muitas mudanças evolutivas em pouco tempo. A espécie 3 se formou por uma mudança radical e de muitas formas nos descendentes do ancestral 1. Mutantes tão extremos, algumas vezes, são chamados de “monstros da esperança”. Essa hipótese é consistente com os fósseis, entretanto, baseados em observações, não temos evidências claras de que essas formas extremas de mutação, ainda que adaptadas, normalmente ocorram. Todavia, é possível que mutações que afetam o desenvolvimento tenham efeito no fenótipo de longo alcance e tenham um papel importante na evolução da vida.
http://www.ib.usp.br/evosite/evo101/VIIA1aHypotheses.shtml
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“Na verdade, nos últimos 100 anos, quase toda a biologia tem avançado independente da evolução, exceto a biologia evolucionária. A biologia molecular, a bioquímica, fisiologia, não levaram em conta a evolução de modo algum.”
“In fact, over the last 100 years, almost all of biology has proceeded independent of evolution, except evolutionary biology itself. Molecular biology, biochemistry, physiology, have not taken evolution into account at all.”
- Dr. Marc Kirschner, chefe do Departamento de Sistemas de Biologia, Faculdade de  Medicina da Universidade Harvard, em entrevista concedida ao Boston Globe, em 2005.
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NOSSA Teoria da evolução... encontra-se, portanto, FORA DOS LIMITES DA CIÊNCIA EMPÍRICA.Idéias sem base alguma, ou baseadas em uns poucos experimentos de laboratório,postas em prática em sistemas extremamente simplificados,têm logrado aceitação muito além de suas validades.Tornaram-se parte do DOGMA evolucionista aceito pela maioria de nós,COMO PARTE DE NOSSA FORMAÇÃO". Ehrlich e Birch,Ëvolutionary History and Population Biology",Nature,vol.214,Abril(22)1967,p.352
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ESTA À CIMA É BEM ESCLARECEDORA.

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 O Registro fóssil

 
GOULD, S. J., Evolution’s Erratic Pace, Natural History (May, 1977) GOULD discute Neste Artigo o fato de como formas transicionais estarem comumente faltando no registro fóssil. Ele afirmou: "A extrema raridade de formas transicionais no registro fóssil persiste como o segredo comercial da paleontologia. As árvores evolutivas que adornam nossos livros didáticos têm dados apenas nas pontas e nós de seus ramos, o resto é inferência, porém razoáveis, não a evidência de fósseis ".

GOULD, SJ, O Retorno de monstros esperançosos, História Natural, vol. 86 (6) :22-25 (Junho / Julho de 1977). Neste Outro Artigo, GOULD admite o fato de transições evolucionárias no registro fóssil serem tipicamente abruptas e a inexistência de formas transicionais. Ele afirmou: "O registro fóssil com suas transições abruptas não oferece apoio para a mudança gradual, e com o princípio da seleção natural não exige que seleção pssa operar rapidamente."

Ricklefs, RE, paleontólogos macroevolução confrontando, Science, Vol.. 199:58-60 (6 de janeiro de 1978). Nesta Resenha, Ricklefs discute como que o modelo de evolução do Equilíbrio pontuado tenta explicar o surgimento abrupto, SEM formas transicionais de novas espécies no r
egistro   fóssil . Mas ele discute também o fato de muitos biologos serem céticos do Equilíbrio pontuado devido ao fato de  não ter uma base de genética plausível. Ele afirmou: "As especulações sobre equilíbrio pontuado é sintomático da paleontologia como um todo. Ecologistas e geneticistas ... não elucidaram padrões macroevolutivos, a lacuna não tem sido ponte de ambos os lados ".

GOULD, SJ, é uma nova teoria geral da evolução  emergente?, Paleobiologia, vol. 6 (1) :119-130 (Janeiro de 1980). Neste Artigo Famoso, GOULD, mostra como os Cientistas admitem o fato das Formas intermediárias funcionais serem difíceis de serém imaginadas e encontradas no r
egistro  fóssil , ao declarar: "A ausência de evidência fóssil para estágios intermediários entre as principais transições no design orgânico, de fato mostram a nossa incapacidade , mesmo em nossa imaginação, para construir intermediários funcionais em muitos casos, tem sido um problema persistente e irritante para as contas gradualistas de evolução. "

HOLDEN, C, A Política de Paleoantropologia, Science, Vol.. 213:737-740 (14 de Agosto, 1981). Nesta nota, Holden faz um balanço do campo de paleoantropologia, e poe em dúvida a objetividade dos seus praticantes, e de suas muitas afirmações evolucionárias sobre as origens humanas. O autor enfatizou que as emoções humanas frequentemente influenciam a Interpretação dos dados no campo da paleoantropologia.

CRANE, PR; FRIIS, EM; PEDERSON, KR, A origem e diversificação das angiospermas, Nature, vol. 374:27-33 (2 de março de 1995). Neste Artigo, CRANE  discute o súbito surgimento das plantas (que dão flores), das angiospermas no Registro fóssil e o fato de que há uma explosão de angiosperma na história da vida.

COOPER, A.; Fortey, R., explosões evolucionárias e o fusível filogenética, Trends in Ecology and Evolution, vol. 13 (4) :151-156 (Abril, 1998). COOPER e Fortey discutem neste artigo um problema importante que a biologia evolutiva enfrenta nos dias de hoje: como muitas explosões de diversidade biológica encontradas na história da vida, inclusive a
Explosão Cambriana , uma explosão de mamiferos, e uma explosão de aves. Os autores admitem que essas explosões da vida ainda  não são bem compreendidas: "Os processos que ocorrem durante estes períodos prolongados, mas obscuro de inovação evolutiva são a próxima questão a ser examinada."

GOULD, SJ, em embriões e Antepassados, História Natural (julho / agosto de 1998). GOULD discute a natureza explosiva do surgimento de filos de animais novos que aparecem na Explosão Cambriana. Ele também explica por que a descoberta de alguns fósseis pré-cambrianos 
não tornam a Explosão Cambriana menos "explosiva".

WOOD, B.; COLLARD, M., do gênero humano, Science, Vol.. 284:65-71 (2 de abril de 1999). Neste artigo que Merece Atenção, os autores desafiam a noção de que o Homo habilis tenha características que o faria um elo evolutivo apropriado entre o nosso Gênero Homo e o Gênero Australopithecus. Neste artigo, eles também deixam subentender que há poucas espécies com quaisquer tipos de carácterísticas transicionais entre o nosso Gênero Homo e os
Australopitecus . 

VALENTIM, JW; Jablonski, D.; ERWIN, DH, Fósseis, moléculas e embriões: novas perspectivas sobre a explosão cambriana, Desenvolvimento, vol. 126:851-859 (1999). VALENTIM  admite neste artigo  o carater explosivo da Explosão Cambriana e o fato de que os cientistas ainda não tem explicações de como isso ocorreu. Eles também  admitem o conflito existente na hipótese do relógio molecular.

CARROLL, RL, Rumo a uma nova síntese evolutiva, Trends in Ecology and Evolution, vol. 15 (1) :27-32 (2000). CARROLL E um eminente biólogo evolucionista. neste artigo, ele descreve como os Modelos tipicos de evolução são incapazes de explicar o surgimento abrupto de novas espécies no registro
fóssil . Ele afirmou: "As características mais marcantes da grande evolução são a divergência extremamente rápida de linhagens perto do tempo de sua origem, seguida por longos períodos em que planos corporais básicos e modos de vida são retidos. O que está faltando são as muitas formas intermediárias hipótese de Darwin, e a divergência contínua de grandes linhagens na morphospace entre distintos tipos de adaptação. "

COLLARD, M.; AIELLO, LC, evolução humana: De forelimbs para duas pernas, Nature, vol. 404:339 (23 de março de 2000). Neste Artigo, Collard de e Aiello discutem os ossos das mãos do famoso fóssil de australopitecíneo, "Lucy", supostamente um
ancestral  Humano . A análise deles reporta que as características  ósseas das mãos e dos punhos de Lucy indicam que  ela era , provavelmente, um animal "Que anda apoiado sobre os nós dos dedos" [junta-walker], observações que são inconsistentes com as afirmações  de antropólogos evolucionistas de que ela era  um hominídeo bipede.

Feduccia, A., "Big bang" para as aves terciário?, Tendências em Ecologia e Evolução, vol.18 (4) :172-176 (abril de 2003). Feduccia, um ornitólogo de Renome, Fala abertamente neste artigo sobre as explosões do registro  fóssil,  tais como a grande Explosão das taxas das aves. Ele também discute exemplos onde as predições evolutivas de Evolução molecular não correspondem com o  Registro fóssil, e menciona alguns exemplos de Evolução incrivelmente Rapida.


N. B. Simmons, "An Eocene Big Bang for Bats," Science, Vol. 307:527-528 (January 28, 2005). Neste Artigo, SIMMONS explica que uma filogenia dos morcegos exige, atualmente, que a ecolocalização dos morcegos tenha evoluído duas vezes.A Forcada conclusão que ele chama de "surpreendentes resultados moleculares." Os Morcegos teriam surgidos num "Big Bang", pois precursores claramente evolucionários indo até ao primeiro surgimento de morcegos não  são conhecidos.

DE BODT, S.; Maere, S.; DE PEER, YV, Genoma duplicação e a origem das angiospermas, Trends in Ecology and Evolution, vol. 20 (11) :591-597 (Novembro de 2005). DE BODT discute o súbito aparecimento de Plantas (que produzem flores), como angiospermas no Registro fóssil, e o Fato de que há uma explosão de Angiosperma na História da Vida. Essas explosões questionam
típicas explicações darwinianas Para a Origem da Diversidade Biológica.

Koonin, EV, O modelo Big bang biológico para as transições importantes na evolução, Biologia direto, vol. 02:21 (2007). Neste Artigo, Koonin aceita a existencia de descontinuidades abruptas na História da Vida e admite que essas explosões abruptas "não parece enquadrar-se no padrão de árvore que, na sequência da proposta original de Darwin, continua a descrição dominante da evolução biológica."

ATKINSON, QD , As línguas evoluem em Bursts Punctuational, Science, Vol.. 319:588 (1 de fevereiro de 2008). ATKINSON l revela neste Artigo que os Grupos de línguas humanas s
ão tão diferentes uns dos outros que eles não  devem ter evoluído num processo lento e gradual. Isso questiona como explicações darwinianas graduais para a origem da linguagem, e pode apontar para uma explicação Não-Darwiniana -extremamente abrupta- para a origem da linguagem humana.

KERR, R. A., Life’s Innovations Let It Diversify, at Least Up to a Point, Science, Vol. 321:24-25 (July 4, 2008). O artigo de KERR discute o fato de a diversidade ter surgido logo no início do registro fóssil e que a diversidade dos invertebrados marinhos não tem aumentado com o passar do tempo, de tal modo que “something has been constraining evolution and diversity for hundreds of millions of years.” Isso contraria a visão da evolução de baixo para cima que tem sido classicamente ensinada nas escolas, e também implica em certos limites para a evolução. 

Árvores filogenéticas

PATTERSON, C.  Congruência entre filogenias moleculares e morfológicos, revisão anual de Ecologia e Sistemática, vol. 24: 153-188 (1993). Neste Artigo liderado por Patterson, os autores compararam como Árvores filogenéticas baseadas na Morfologia com aquelas baseadas em moléculas, os e descobriram que há muito pouca congruência Entre os dois tipos de arvores, Dando a entender que a evoluçao Darwiniana tem Feito predições frágeis a respeito de confirmações esperadas de ancestralidade comum a Partir da Biologia Molecular. Ellis expressaram desapontamento com suas descobertas:

"Como morfologistas com grandes esperanças de sistemática molecular, nós terminamos esta pesquisa com nossas esperanças frustadas. Congruência entre as filogenias moleculares é tão evasivo como é em morfologia e como está entre moléculas e morfologia. "


SCHWABE, C., evolução Embryotic: Uma questão antiga, uma nova resposta, Ciclo Celular, vol. 7 (11) :1503-1506 (1 de junho de 2008). Este autor faz uma crítica pesada à Teoria da Evolução Moderna: "Em um esforço para ajustar os eventos passados ​​para a teoria prevalecente de evolução, o fenômeno natural se tornou tão complicada e polêmica-montada que tem flutuado claro fora do andar da ciência . "SCHWABE propõe um Tipo de" evolução embryotic ":" A incapacidade bem documentado para descobrir formas intermediárias novamente aponta para a célula-tronco como a unidade evolutiva ".

DE JONG, WW, Moléculas remodelam a árvore dos mamíferos, Trends in Ecology and Evolution, vol. 13 (7) :270-275 (Julho de 1998). Nesta Resenha, DE JONG discute o Fato de que varias hipóteses filogenéticas de Árvores explicando como RELAÇÕES vários grupos de Mamiferos serem conflitantes. Ele afirmou categoricamente Que "uma árvore de consenso estrito de filogenias prevalecentes das ordens de mamíferos reduziria a um arbusto sem solução, o clado apenas consistente, provavelmente, ser o agrupamento de elefantes e vacas do mar."

Woese, C., O ancestral universal, Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA, vol. 95: 6854-6859 (Junho de 1998). Woese admite Neste Artigo o Fato da existencia de incongruências filogenéticas por toda a Árvore da Vida: "incongruências filogenéticas pode ser visto em toda parte na árvore universal, desde sua origem até aos principais ramificações dentro e entre os vários táxons para a composição dos grupos primários  ".

NORMILLE, D., Novo Vistas das origens de mamíferos, Science, vol. 281:774 (7 de agosto de 1998). Neste Artigo, NORMILLE Rêve Como que como predições evolucionárias a Partir de Dados moleculares frequentemente discordam dos achados no
Registro  fóssil  ". Paleontólogos e biólogos moleculares têm abordagens diferentes para questões de evolução e muitas vezes chegam a conclusões diferentes" Isto mostra que o conhecimento convencional sobre o ancestral comum a Partir do Registro fóssil nãoestá fazendo predições Bem-sucedidas sobre o que os dados moleculares  dizem.

SALISBURY, FB, dúvidas sobre a Teoria Sintética da Evolução, American Professor de biologia, vol. 33:335-338 (setembro de 1971). SALISBURY discute neste artigo a complexidade interdependente do  Sistema de Enzima fazer DNA e de como é dificil imaginar como esse sietema pode surgir de modo  gradua atravéz  de Processos Químicos cegos.Ele afirma elementos: "DNA por si só não realiza nada. Sua única razão de existir é a informação que ele transporta, e que é usado na produção de uma enzima de proteína. No momento, a ligação entre DNA e a enzima é altamente complexa, envolvendo RNA e uma enzima para a sua síntese em um molde de ADN; ribossomas; enzimas para ativar os ácidos aminados, e transferência de RNA moléculas. Contudo, a seleção só age sobre os fenótipos e não sobre os genes. A este nível, o fenótipo é a própria enzima. Como, na ausência de enzima final, pode agir sobre selecção e do ADN para todos os mecanismos de replicação ? É como se tudo deva acontecer de uma só vez: todo o sistema deve vir a existir como uma unidade, ou ele é inútil. Pode muito bem haver maneiras de sair deste dilema, mas eu não posso vê-los no momento. "

Yockey, HP, origem auto-organização de cenários de vida e Teoria da Informação, Journal of Theoretical Biology, vol. 91:13-31 (1981). Neste Artigo, Yockey discute OS Problemas com OS Modelos de Auto-Organização de um parágrafo Origem da Vida, e CONCLUI Que, atualmente, Nao existe nenhum bom Modelo Para  Origem da Informação da Vida.

MILLER, S.; SCHLESINGER, G., Síntese Prebiotic em ambientes com CH4, CO e CO2, Journal of Molecular Evolution, vol. 19:376-382 (1983). MILLER, um dos Autores deste Artigo, renomado Pesquisador das Origem da Vida, demonstra que uma atmosfera rica em CO2, geralmente considerada pelos geoquímicos Como tendo Sido Presente na Terra Primitiva, 
não  produziria Aminoacidos significantes Como os produzidos nos Experimentos de Síntese pré-Biotica.

CANUTO VM et al., O jovem Sol e a atmosfera e fotoquímica da Terra primitiva, Nature, vol. 305:281-286 (22 de setembro de 1983). O autor discute o Fato de Que altos níveis de radiação ultravioleta na Terra Primitiva provavelmente destruiriam muitos dos Componentes supostamente existentes na "sopa primordial".

ANDERS, E., matéria pré-biótica orgânico de cometas e asteróides, Nature, vol. 342:255-257 (16 de novembro de 1989). Neste Artigo, Anders demonstra como que a Teoria dos blocos construtores de Vida chegados na Terra através de meteoritos e Cometas é insustentável porque o Material  orgânico téria Sido destruído Durante a Entrada na atmosfera  pelo Impacto, e que os pesquisadores da Origem da Vida Nao devem esperar que os meteoritos pudessem ter trazido o material  orgânico Para uma
Terra  Primitiva . Como ele explica, "matéria orgânica não pode sobreviver a temperaturas extremamente elevadas (> 104 K) e que o impacto, do projétil iria quebrar todas as ligações químicas."

Deamer, DW, os
Primeiros  sistemas vivos: uma perspectiva bioenergética, microbiologia e análises de Biologia Molecular, vol. 61:239-261 (1997). Deamer, Teórico da Origem Vida, argumenta que a Pesquisa da Origem da Vida Nao resolveu os Problemas sobre Como a Energia não Ambiente pode Ser utilizada para energizar a Primeira Célula viva. A química Sempre trabalha contra a Formação de Taís Sistemas complexos atraves de reações espontâneas naturais. Por isso,  Deamer é cético dos modelos auto-organizacionais para a Origem da Vida. Ele também contesta a legitimidade dos Experimentos de Miller-Urey geralmente utilizados para apoiar uma química da origem da Vida no Livro Texto-: "Este quadro otimista começou a mudar no final de 1970, quando se tornou cada vez mais claro que a atmosfera primitiva foi provavelmente vulcânica na sua origem e composição, composta em grande parte do dióxido de carbono e de azoto, em vez do que a mistura de gases redutores assumidas pelo modelo de Miller-Urey (68, 77, 156). O dióxido de carbono não suporta a rica variedade de caminhos que conduzem a monômeros sintéticos possíveis, portanto, a questão surgiu novamente: O que era a principal fonte de compostos orgânicos de carbono "?

LEVY, M.; MILLER, SL, A estabilidade das bases de RNA: implicações para a origem da vida,  da Academia Nacional de Ciências dos EUA, vol. 95:7933-7938 (Julho, 1998). O ARTIGO DE LEVY E Miller discute o Fato de Que a maioria das bases de RNA térios se degradado tão rapidamente em temperaturas normais para serem os principais Componentes de qualquer sopa primordial. Isso  sugere que deve ter  ocorrido uma Origem da Vida "fria" para evitar uma degradação: "uma Terra fria ou congelada no início seria mais favorável para a acumulação dos nucleobases e portanto, para a origem da vida." Os Autores  destacam outro obstáculo para a origem da Vida,os Grandes impactos de meteoritos teriam que "decompor completamente as nucleobases, além de uma série de outros compostos biologicamente importantes" para a origem da vida.

ORGEL, LE, A Origem da Vida- A revisão de fatos e especulações, tendências da ciência bioquímica, vol. 23 491-95 (1998). ORGEL, outro eminente Teórico da origem da vida, admite que os Cientistas Nao sabem exatamente como ocorreu a origem da Vida.
Orgel, LE, auto-organizando ciclos bioquímicos, Anais da Academia Nacional de Ciências dos EUA, vol. 9: 12503-12507 (7 de novembro de 2000). O autor considera que o DNA e o  RNA são por demais complexos para t
erem  formado  uma Primeira Molecula Genética responsável pela vida; alguns precursores mais primitivos para a vida se fazem necessários. ORGEL critica os cenários de auto-organização da Matéria como sendo demasiadamente improváveis ​​para gerar a complexidade  requerida pela vida

CANIL, D., de Vanádio , Terra and Planetary Science Letters, vol. 195:75-90 (2002). Neste Artigo, CANIL considerou as rochas profundas da Terra e concluiu que os antigos vulcões NAO produziriam o tipo de atmosfera que permitiria a Produção de uma sopa primordial na Terra Primitiva. Ele foi forcado concluir : "A vida pode ter encontrado as suas origens em outros ambientes ou por outros mecanismos".

ABEL, DL; Trevors, JT, o acaso e a necessidade não explicam a origem da vida, Cell Biology International, vol. 28:729-739 (2004). ABEL e Trevors argumentam neste artigo que a natureza da dependência da Linguagem da célula básica torna altamente improvável que tal Sistema pudesse surgir por acaso e Necessidade. Como ELES explicam, "Novas abordagens para investigar a origem do código genético são obrigatórias. As limitações da ciência histórica são tais que a origem da vida pode nunca ser entendida.
 
Pressoes de seleção não podem selecionar nucleotídeos ao nível da programação digital ... Afirmações que oferecem nada mais do que longos períodos de tempo não oferecem nenhum mecanismo de explicação para a derivação de programação genética. Nenhuma nova informação é fornecida por essas tautologias. O argumento simplesmente diz que aconteceu. Como tal, não é nada mais do que crença cega ".

Abel, D.L.; Trevors, J.T., 2006, Self-Organization vs. Self-Orderin... . Neste Artigo, ABEL e Trevors argumentam Que a Linguagem e o Código Simbólico Usados ​​no Sistema de Vida da Proteína do DNA não podem ser explicados pelos Modelos de Auto-Organização de complexidade. Eles afirmaram, "algoritmos evolutivos, redes neurais e autômatos celulares não foram mostrados para  auto-organizar-se espontaneamente em funções triviais".

VOIE, Ø. A., função biológica e do código genético são Caos, interdependentes, Sólitons e os Fractais, vol. 28:1000-1004 (2006). VOIE argumenta que a informa
ção e a função do DNA e da maquinaria de replicação celular não podem ser explicadas por mero acaso e lei natural.

SHAPIRO, R., A Origem mais simples para a Vida, Scientific American (Junho, 2007). Neste Artigo Publicado na Scientific American, SHAPIRO critica muitas hipóteses IMPORTANTES Pará a origem da vida química, inclusive a hipótese do mundo  RNA e os experimentos de Miller-Urey.

ORGEL, LE, a implausibilidade dos ciclos metabólicos na Terra pré-biótica, PLoS Biology, vol. 6 (1) (janeiro de 2008). ORGEL fornece criticas sérias como teorias que declaram ter a Vida se originado atraves de caminhos metabólicos evolutivos. O autor critica como hipóteses metabólicas da origem da vida porque  tais caminhos metabólicos São complexos demais para terem surgido por processos Naturais.

 A embriologia e o Desenvolvimento

RICHARDSON, M. et al, Não há estágio embrionário altamente conservado nos vertebrados: implicações para as atuais teorias da evolução e do desenvolvimento, Anatomia e Embriologia, vol. 196:91-106 (1997). Esta  eEquipe de pesquisadores internacionais pesquisou embriões de vertebrados reais pará demonstrar que Ernst Haeckel, embriologista do Século XIX, forjou seus dados, mas, apesar disso, seus desenhos tem sido usados n​los Livros Textos como prova da Evolução. Os embriões de vertebrados pesquisados ​​se desenvolvem bem diferentemente, e n
ão tem muitos dos altos níveis de semelhanças que geralmente são enunciados como apoiando a hopótede de ancestral comum.

Wells, J., Haeckel Embriões e Evolução: Configurando o registro reto, o professor de biologia americano, vol. 61 (5) :345-349 (May, 1999). WELLS, biólogo molecular, discute Neste Artigo o fato de os Desenhos dos embriões de Haeckel exagerou fraudulentamente um para a evidência de uma ancestralidade comum e que esses desenhosforjados tem sido amplamente reproduzidos por autores de livros didáticos modernos de Biologia.

GOULD, S. J., Abscheulich! (Atrocious!), História Natural (Março, 2000). GOULD, paleontólogo famoso, descreve neste Artigo como que os desenhos de Ernst Haeckel, do século XIX, ha muito tempo tem sido reconhecidos como sendo exageradamente inexatos. O autor criticou o uso amplo desses desenhos como prova da evolução.

Mindell, DP et al., Múltiplas origens independentes da ordem dos genes mitocondriais em aves, Anais da Academia Nacional de Ciências dos EUA, vol. 95: 10693-10697 (Setembro de 1998). Mindell et al descrevem como dificuldades encontradas QUANDO OS BioLogos evolucionistas tentam Construir UMA Árvore filogenética parágrafo OS principais Grupos de aves usando o DNA mitocondrial. Como Árvores baseadas nestas Moléculas de mtDNA TEM divergido com noções como Tradicionais das RELAÇÕES Entre como aves. Surpreendentemente, Os Autores ATÉ Acham semelhança "convergente" entre alguns mtDNAs de Aves E Os mtDNAs de Espécies distantes Como cobras lagartos e.

CAO, Y. et al., O conflito entre individuais proteínas mitocondriais na resolução da filogenia das ordens eutherian, Journal of Molecular Evolution, vol. 47:307-322 (1998). Nesta Pesquisa, CAO et al relatam Que QUANDO o DNA mitocondrial FOI USADO parágrafo Construir UMA Árvore filogenética parágrafo muitas Ordens de Mamiferos, OS RESULTADOS entraram los com choque como Expectativas não qué uma Árvore filogenética Deveria Parecer. Taís Conflitos empresá Árvores filogenéticas baseadas in Moléculas São comuns os e representam hum Desafio Pará Um expectativa darwinista DE QUE A VIDA si encaixaria in Árvores nítidas hierárquicas.

MUSHEGIAN, AR et al, em grande escala Profiling taxonômica de organismos modelo eucarióticas:. Uma comparação de proteínas codificadas pelo ortólogos Humanos Genomas, Fly, nematóide, e levedura, Genome Research, vol. 8:590-598 (1998). Neste Artigo, MUSHEGIAN et al explicam Qué "proteínas diferentes geram árvore filogenética diferente [s]" Alguem QUANDO consideração VARIAS Árvores evolucionárias hipotetizadas Pará como principais RELAÇÕES de Grupos de animais.

Naylor, GJP; BROWN, WM, anfioxo DNA mitocondrial, Filogenia Chordate, e os Limites da inferência baseada em comparações de seqüências, biologia sistemática, vol. 47: 61-76 (1998). NAYLOR e BROWN relatam Neste Artigo Que QUANDO o DNA mitocondrial FOI USADO parágrafo tentar Construir UMA Árvore filogenética parágrafo OS cordados, uma Árvore conflitou nitidamente com uma filogenia comumente ACEITA parágrafo OS cordados. Novamente ISSO MOSTRA COMO QUE ósmio Dados moleculares conflitam COM morfológicos ósmio Dados. Os Autores ATE hipotetizaram uma evoluçao convergente um nivel molecular parágrafos Dados explicar OS.

VAN Holde, KE, proteínas respiratórias de invertebrados: estrutura, função e evolução, Zoologia: Análise de Sistemas Complexos, vol. 100: 287-297 (1998). Neste Artigo, VAN Holde relata OS Conflitos severos existentes QUANDO alguem Tenta Construir UMA Árvore filogenética de Moléculas Que transportam Oxigênio. Que elementos concluiu "a distribuição filogenética de todo o grupo de proteínas de transporte de oxigênio não pode ser facilmente conciliado com muitos modelos atuais de evolução metazoários."

LEIPE, DD et al., Considera replicação do ADN duas vezes evoluir de forma independente?, Nucleic Acids Research, vol. 27 (17): 3389-3401 (1999). LEIPE et al discutem Neste Artigo Como Que o DNA E de suma importância par a Vida, mas Acha surpreendente o Fato de Vários Tipos de Organismos Diferentes usarem Enzimas Muito Diferentes parágrafo replicar o DNA. ISSO sugere Qué Qué uma maquinaria permite uma replicação de DNA deva fazer tér Vezes evoluído Duas. Por Causa da pressuposição de ancestralidade Comum de Todos os Organismos vivos FOI OS Autores Que chamaram ESTA Descoberta de surpreendente.

BENTON, MJ, origens iniciais de pássaros modernos e mamíferos: moléculas vs morfologia, BioEssays, vol. 21:1043-1051 (1999). Neste Artigo, BENTON discute como discrepâncias Entre como datas preditas de História filogenética baseada los Moléculas contra o Registro fóssil. O autor afirmou: "Os dados moleculares e morfológicos sobre padrões evolutivos, aparentemente em conflito várias vezes."

LEE, RMS, Calibrações relógio molecular e Datas Divergência metazoários, Journal of Molecular Evolution, vol. 49: 385-391 (1999). LEE explica Neste Artigo Que como muitas pressuposições usadas par calcular a divergência de datas usando Relógios moleculares, e Descobre Que como datas Dadas nd literatura Especializada parágrafo uma divergência de Vários Grupos de Organismos frequentemente estao erradas.

Mindell, DP et al., Múltiplas origens independentes da ordem dos genes mitocondriais em aves, Anais da Academia Nacional de Ciências dos EUA, vol. 95: 10693-10697 (Setembro de 1998). Mindell et al descrevem como dificuldades encontradas QUANDO OS BioLogos evolucionistas tentam Construir UMA Árvore filogenética parágrafo OS principais Grupos de aves usando o DNA mitocondrial. Como Árvores baseadas nestas Moléculas de mtDNA TEM divergido com noções como Tradicionais das RELAÇÕES Entre como aves. Surpreendentemente, Os Autores ATÉ Acham semelhança "convergente" entre alguns mtDNAs de Aves E Os mtDNAs de Espécies distantes Como cobras lagartos e.

CAO, Y. et al., O conflito entre individuais proteínas mitocondriais na resolução da filogenia das ordens eutherian, Journal of Molecular Evolution, vol. 47:307-322 (1998). Nesta Pesquisa, CAO et al relatam Que QUANDO o DNA mitocondrial FOI USADO parágrafo Construir UMA Árvore filogenética parágrafo muitas Ordens de Mamiferos, OS RESULTADOS entraram los com choque como Expectativas não qué uma Árvore filogenética Deveria Parecer. Taís Conflitos empresá Árvores filogenéticas baseadas in Moléculas São comuns os e representam hum Desafio Pará Um expectativa darwinista DE QUE A VIDA si encaixaria in Árvores nítidas hierárquicas.

MUSHEGIAN, AR et al, em grande escala Profiling taxonômica de organismos modelo eucarióticas:. Uma comparação de proteínas codificadas pelo ortólogos Humanos Genomas, Fly, nematóide, e levedura, Genome Research, vol. 8:590-598 (1998). Neste Artigo, MUSHEGIAN et al explicam Qué "proteínas diferentes geram árvore filogenética diferente [s]" Alguem QUANDO consideração VARIAS Árvores evolucionárias hipotetizadas Pará como principais RELAÇÕES de Grupos de animais.

Naylor, GJP; BROWN, WM, anfioxo DNA mitocondrial, Filogenia Chordate, e os Limites da inferência baseada em comparações de seqüências, biologia sistemática, vol. 47: 61-76 (1998). NAYLOR e BROWN relatam Neste Artigo Que QUANDO o DNA mitocondrial FOI USADO parágrafo tentar Construir UMA Árvore filogenética parágrafo OS cordados, uma Árvore conflitou nitidamente com uma filogenia comumente ACEITA parágrafo OS cordados. Novamente ISSO MOSTRA COMO QUE ósmio Dados moleculares conflitam COM morfológicos ósmio Dados. Os Autores ATE hipotetizaram uma evoluçao convergente um nivel molecular parágrafos Dados explicar OS.

VAN Holde, KE, proteínas respiratórias de invertebrados: estrutura, função e evolução, Zoologia: Análise de Sistemas Complexos, vol. 100: 287-297 (1998). Neste Artigo, VAN Holde relata OS Conflitos severos existentes QUANDO alguem Tenta Construir UMA Árvore filogenética de Moléculas Que transportam Oxigênio. Que elementos concluiu "a distribuição filogenética de todo o grupo de proteínas de transporte de oxigênio não pode ser facilmente conciliado com muitos modelos atuais de evolução metazoários."

LEIPE, DD et al., Considera replicação do ADN duas vezes evoluir de forma independente?, Nucleic Acids Research, vol. 27 (17): 3389-3401 (1999). LEIPE et al discutem Neste Artigo Como Que o DNA E de suma importância par a Vida, mas Acha surpreendente o Fato de Vários Tipos de Organismos Diferentes usarem Enzimas Muito Diferentes parágrafo replicar o DNA. ISSO sugere Qué Qué uma maquinaria permite uma replicação de DNA deva fazer tér Vezes evoluído Duas. Por Causa da pressuposição de ancestralidade Comum de Todos os Organismos vivos FOI OS Autores Que chamaram ESTA Descoberta de surpreendente.

BENTON, MJ, origens iniciais de pássaros modernos e mamíferos: moléculas vs morfologia, BioEssays, vol. 21:1043-1051 (1999). Neste Artigo, BENTON discute como discrepâncias Entre como datas preditas de História filogenética baseada los Moléculas contra o Registro fóssil. O autor afirmou: "Os dados moleculares e morfológicos sobre padrões evolutivos, aparentemente em conflito várias vezes."

LEE, RMS, Calibrações relógio molecular e Datas Divergência metazoários, Journal of Molecular Evolution, vol. 49: 385-391 (1999). LEE explica Neste Artigo Que como muitas pressuposições usadas par calcular a divergência de datas usando Relógios moleculares, e Descobre Que como datas Dadas nd literatura Especializada parágrafo uma divergência de Vários Grupos de Organismos frequentemente estao erradas.

LEE, RMS, filogenias moleculares tornam-se funcionais, Trends in Ecology and Evolution, vol. 14 (5): 177-178 (Maio, 1999). Neste Outro Artigo, Lee admite Qué uma evoluçao convergente PoDE causar PROBLEMAS QUANDO si Tenta filogenéticas Construir Árvores. Elemento afirmou: "A perfeição mecânica de organismos representa evidência convincente para a evolução por seleção natural, mas pode, simultaneamente, confundir as tentativas de inferir relações evolutivas." LEE Tenta explicar como discrepâncias Entre como Árvores filogenéticas POR presumir Que a Evolução convergente PODE ocorrer um GENÉTICO NÍVEL. Sera Que um Tratou fazer ancestral Comum PODE acomodar os tais Dados inesperados e improváveis? Do Além disso, afirmam frequentemente Que uma Árvore DO citocromo C árvore se encaixa com um convencional filogenia, apoiando um Comum ancestralidade, mas Este Artigo revelação Que uma Árvore fazer citocromo B conflita Bastante com um convencional filogenia. ISSO Mostra Novamente Como Que como Árvores filogenéticas PODEM conflitar Bastante Entre si.

Doolittle, WF, Phylogenetic Classificação e da Árvore Universal, Science, Vol.. 284:2124-2128 (25 de junho de 1999). Doolittle E hum eminente biólogo evolucionista molecular. Neste Artigo elemento explica Que uma base da "Árvore da Vida" E Impossível de se Transformar n'uma Árvore porqué de genes DISTRIBUIÇÃO DOS Entre OS principais Grupos de Vida Nao se encaixam núme Padrão nítido de ancestralidade Comum. Doolittle afirmou: "phylogenists Molecular terá falhado para encontrar o 'verdadeira árvore', não porque os seus métodos sejam inadequados ou porque eles escolheram os genes errados, mas porque a história da vida não pode ser adequadamente representada como uma árvore."

MORRIS, SC, Evolução: Trazendo moléculas para dentro da célula, Fold, vol. 100:1-11 (7 de janeiro de 2000). Neste Artigo, Morris, um renomado paleontólogo, a Afirma Que NÓS pouco sabemos Como Que OS processes evolutivos funcionam, e como Que Árvores filogenéticas baseadas los Moléculas frequentemente conflitam Entre si, tornando dificil Construir UMA Árvore da Vida Verdadeira. Elemento afirmou: "Quando se discute a evolução orgânica, o único ponto de concordância parece ser: '. Aconteceu" A partir daí, há pouco consenso, que à primeira vista pode parecer um pouco estranho. ... pode parecer grosseiro, se não perversa, até mesmo a sugerir que a nossa compreensão dos processos evolutivos e mecanismos é incompleta. No entanto, esta revisão tem exatamente a intenção de que ".

Doolittle, WF, arrancando a Árvore da Vida, a Scientific American (fevereiro de 2000). Neste Outro Artigo, Doolittle Afirma Que a base da "Árvore da Vida" NAO PODE Ser representada Como UMA Árvore porqué uma genes DISTRIBUIÇÃO DOS NAO SE Dá los forma de Árvore. Doolittle afirmou: "nunca teria sido uma única célula que poderia ser chamado de o último antepassado comum universal."

COLLARD, M.; MADEIRA, B., como de confiança são hipóteses filogenéticas humanos, Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA, Vol.?. 97 (9) :5003-5006 (25 de abril de 2000). COLLARD e MADEIRA consideraram Neste Artigo como filogenias de Primatas baseadas in Moléculas de e Morfologia de e descobriram Importantes Conflitos Árvores empresá VARIAS. QUANDO alguns Dados craniodentais Nao se encaixam com como Árvores baseadas los Moléculas, OS Autores Simplesmente sugeriram Descartar OS Dados dos Dados Usados ​​parágrafo Construir uma Árvore.

Gura, T., Bones, moléculas, ou ambos?, Nature, vol. 406:230-233 (20 de julho de 2000). Neste Artigo, Gura relata sobre o Fato de como Árvores filogenéticas baseadas los Dados Genéticos OU biomoléculas frequentemente conflitam com Árvores genéticas baseadas los Ossos UO outras Características Estruturais dos Organismos. ISSO OS Que implicações Dados NAO nn estao fornecendo hum Quadro nítido da ancestralidade Comum Como o articulista admitiu: "árvores evolucionárias construídas por estudar moléculas biológicas muitas vezes não se assemelham aos elaborados a partir de morfologia."

BENTON, MJ, Encontrar a árvore da vida: combinando árvores filogenéticas com o registro fóssil ao longo do século 20, Proceedings da Royal Society de Londres B., vol. 268:2123-2130 (2001). BioLogos evolucionistas tentam Construir uma História evolutiva das Espécies comparando SEUS genes e SUA Estrutura corporal (geralmente revelados pelos fósseis UO Pela anatomia comparativa). BENTON Neste Artigo Descobre Que Novos Dados Genéticos conflitam comumente COM como noções Previamente adotadas de Árvores filogenéticas baseadas in fósseis de e Dados in Outros. ISSO implicações Em um Tratou da ancestralidade Comum NAO ESTA Sendo validada POR Novos Dados Genéticos.

Lockhart, PJ; CAMERON, SA, Árvores para as abelhas, Trends in Ecology and Evolution, vol. 16:84-88 (2001). LOCKHART e CAMERON descrevem Neste Artigo como dificuldades encontradas QUANDO OS BioLogos tentam Construir UMA Árvore filogenética parágrafo OS principais Grupos de abelhas. Como Árvores baseadas nd Morfologia frequentemente conflitam com como Árvores baseadas Moléculas los, levando OS Autores de concluir Que OS Dados NAO permitem UMA Árvore nitida Ser construida. Como enguias afirmaram: ". A aplicação de diferentes metodologias de análise não explica por que os dados moleculares e morfológicos sugerem hipóteses muito diferentes para a evolução da eusociabilidade em abelhas"

Salzberg, SL et al, genes microbianos na Genoma Humano:. Transferência lateral ou perda de genes, Science, Vol.?. 292:1903-1906 (8 de junho de 2001). Nesta Pesquisa, Salzberg et al estudaram muitos genes de Vários Grupos de Organismos e descobriram Que "cerca de 40 genes foram encontrados para ser exclusivamente compartilhado por seres humanos e bactérias." ISSO contradiz frontalmente como noções Tradicionais de Herança verticais Que forma uma base das metodologias normalmente usadas parágrafo se inferir ancestralidade Comum.

Wills, MA, A árvore da vida e do rock de idades: estamos ficando melhor a filogenia estimar, Bioessays, vol. 24:203-207 (2002). VONTADES discute Neste Artigo OS Conflitos Entre como Árvores filogenéticas construídas usando Moléculas e aquelas usando fósseis e como characteristics Estruturais dos Organismos. Que elementos concluiu NÓS NAO ESTAMOS ficando Melhor não Entendimento da "Árvore da Vida" apesar DO Fato de Que OS Cientistas Terem coletado Mais Dados DESDE O Tempo de Darwin. ISSO TEM Fortes implicações si uma ancestralidade Comum E UMA boa Tratou.

. NARDI, F. et al, Origins: Hexapod monofilético ou parafilético, Science, Vol.?. 299:1887-1889 (21 de março de 2003). Neste Artigo, NARDI et al descrevem OS Conflitos los tentar determinar uma História evolutiva dos hexápodes (artrópodes com hum Tórax CONSOLIDADO e Três pares de Pernas), Onde como Árvores baseadas los UMA característica conflitam com como Árvores baseadas los outra característica. ISSO Que implicações sos Grupos Nao resultam n'uma nitida Árvore evolutiva.

Graur, D.; MARTIN, W., Lendo as entranhas de frangos: prazos moleculares da evolução e da ilusão de precisão, Trends in Genetics, vol. 20 (2) :80-86 (Fevereiro de 2004). Graur e MARTIN relatam Neste Artigo OS Problemas com Extremos como datas Dadas nd literatura Especializada Pará Um divergência alegada de Vários Grupos de Organismos. Ellis relatam Que muitos Erros Tem Sido feitos nn Cálculos dessas datas, POIs "todas essas estimativas divergência de tempo foram gerados através de metodologia inadequada, com base em um único ponto de calibração que foi injustamente despojado de erro" e, portanto, HA UMA " ilusão de precisão "não Que Diz respeito a muitas datas de divergência. A CONCLUSÃO Deles E: "Nosso conselho para o leitor é: sempre que você vê uma estimativa de tempo na literatura evolucionária, incerteza da demanda!"

GLAZKO, G. et al., Oitenta por cento de proteínas são diferentes entre humanos e chimpanzés, Gene, vol. 346:215-219 (2005). Neste Artigo, GLAZKO et al desafiam o dogma Comum das Diferenças Entre Humanos e chimpanzés AO descobrirem Que atraves de certas Medidas, Humanos e chimpanzés São Diferentes em "80%": "A comparação do genoma cedo por técnicas de hibridização de DNA sugere uma diferença de nucleotídeos de um -2%. Recentemente, seqüenciamento de nucleotídeos direto confirmou esta estimativa. Estas descobertas geraram a crença comum de que o ser humano é extremamente próximo do chimpanzé no nível genético. No entanto, se se olha para as proteínas, que são principalmente responsáveis ​​pelas diferenças fenotípicas, o quadro é bastante diferente, e cerca de 80% de proteínas são diferentes entre as duas espécies. "

DAVISON, JA, uma hipótese prescrita Evolutiva, Rivista di Biologia / Biologia Fórum, vol. 98: 155-166 (2005). DAVISON E hum biólogo Que Tenta Explicações Descobrir Novas Pará a Origem da Convergência Entre como Formas Biológicas. Elementos Afirma Que OS examples alegados de Evolução convergente São, Na Verdade, Projetos pré-formados, Uma explicação Científica Que difere Muito das Tradicionais Explicações neodarwinistas. Dá examples elementos surpreendentes de Convergência extrema Entre Formas Biológicas Que Nao São fácilmente explicadas pelas Explicações neodarwinistas atuais.

NEWMAN, SA, o Toolkit Desenvolvimento genética e Paradox Homologia Analogia Molecular, Teoria Biológica, vol. 1 (1) :12-16 (2006). NEWMAN relata Neste Artigo Que OS Cientistas FORAM surpreendidos los encontrar semelhanças genéticas Entre Organismos Bem Diferentes. Genes semelhantes aparecem los Organismos Usados ​​parágrafo Realizar funções Completamente Diferentes, indo de Encontro de muitas Expectativas da ancestralidade Comum, Algo Que NEWMAN Chama de hum paradoxo. Elementos salientou: "Dada a processos muito diferentes de desenvolvimento que conduzem ao composto e os olhos da câmera, era extremamente intrigante descobrir que o fator de transcrição mesmo agiria como uma molécula de controle mestre em tais órgãos morfologicamente distintas na taxa evolutivamente distantes tal."

Doolittle, WF; BAPTESTE, E., pluralismo Padrão e da Árvore da Vida hipótese, Anais da Sociedade Biológica de Washington, EUA, vol. 104 (7) :2043-2049 (13 de fevereiro de 2007). Neste Artigo, Doolittle e BAPTESTE defendem Que OS Dados fornecem hum forte Desafio Pará como noções darwinistas Tradicionais de descendência com modificação: "Darwin afirmou que um padrão único inclusive hierárquica de relações entre todos os organismos com base em suas semelhanças e diferenças [a Árvore da Vida ( TOL)] era um fato da natureza, para a qual a evolução, e em particular um processo de ramificação de descendência com modificação, foi a explicação. explicação. No entanto, não há nenhuma evidência independente de que a ordem natural é uma hierarquia inclusiva, e incorporação de procariotas para o TOL é especialmente problemática. Os conjuntos de dados apenas a partir do qual podemos construir uma hierarquia universal incluindo procariontes, as seqüências de genes, muitas vezes discordam e raramente pode ser comprovado a concordar. Estrutura hierárquica pode sempre ser imposta ou extraída de tais conjuntos de dados por algoritmos projetados para fazer isso, mas na sua base o TOL universal repousa sobre uma hipótese não comprovada sobre o padrão de que, dado o que sabemos sobre o processo, é improvável que seja amplamente verdadeira. "

DUNN, CW et al., Amostragem filogenómica Broad melhora a resolução da árvore animal de vida, Nature, vol. 452 (7188) :745-749 (10 de abril de 2008). O ARTIGO DE DUNN et al admite OS Problemas severos encontrados QUANDO SE USAR Tenta Dados moleculares parágrafo Construir Árvores filogenéticas: "Long-held idéias sobre as relações evolutivas entre animais foram recentemente abalado por hipóteses, por vezes, controversas baseados principalmente em insights de dados moleculares. Estas novas hipóteses incluem um clado de animais de muda (Ecdysozoa) ea estreita relação dos lophophorates para moluscos e anelídeos (Lophotrochozoa). Muitos relacionamentos permanecem disputado, incluindo aqueles que são obrigados a polarizar principais características de evolução, caráter e apoio aos nós de profundidade é geralmente baixa. "Embora DUNN et al nutram Esperanças De qué Novas Técnicas poderão ajudar a Diminuir essas falhas encontradas Durante a Construção de Árvores filogenéticas, uma admissão Feita POR ELES E surpreendente.

LOPEZ, P.; BAPTESTE, E., filogenia molecular: a reconstrução da floresta, Comptes biopreparados rendus, doi: 10.1016/j.crvi.2008.07.003 (2008). LOPEZ e BAPTESTE abandonam a Caracterização da Vida Como Uma "Árvore" Darwiniana. Os Autores preferem UMA metáfora de "floresta". ELES afirmam não Artigo: "em vez de se concentrar em uma árvore indescritível universal, os biólogos estão agora a considerar toda a floresta correspondente aos múltiplos processos de herança, tanto vertical como horizontal. Este constitui o grande desafio da biologia evolutiva para os próximos anos. "ASSIM, parece Que como noções Tradicionais de UMA Árvore da Vida Darwiniana ESTA Sendo Abandonada.

5. A Seleção natural, E Os mecanismos de Evolução

POLANYI, M., estrutura irredutível da vida: mecanismos e informações ao vivo no DNA são condições de contorno com uma seqüência de limites acima deles, Science, Vol.. 160:1308-1312 (21 de junho de 1968). Neste Artigo POR POLANYI, Famoso Cientista e pensador, ELE exame como implicações da Descoberta Qué um information da Vida é transportada n'uma Molecula de ADN Que hum Código EUA Linguagem baseado n'uma. ISSO Que implicações a information nenhum DNA E UMA Entidade separada das leis da Física e Química, e OS Trabalhos realizados Pelo DNA e pelas Células elementos COMPARA AOS de Máquinas.

LEWIN, R., Teoria Evolutiva Under Fire, Science, Vol.. 210:883-887 (Novembro, 1980). LEWIN relata Neste Artigo sobre UMA Importante Conferencia Científica sobre a Evolução e discute OS Conflitos Entre OS BioLogos E Os paleontólogos sobre o Registro fóssil ea Teoria do Equilíbrio pontuado. ISSO POR Ajuda a mostrar Que uma mudança evolutiva Rápida defendida POR alguns paleontólogos NAO ACEITA E POR muitos BioLogos.

SEWELL, G., Análise de um Método dos Elementos Finitos: PDE / PROTRAN, (Springer Verlag, 1985). Neste Artigo, Sewell, um matemático, explica Como Que Mutações aleatórias ea Seleção NAO NAO PODEM Guiada Produzir o Tipo de complexidade Tipo Computador Que Nos vemos nd Vida.

THOMSON, KS, Macroevolução: O Problema morfológica, zoólogo americano, vol. 32: 106-112 (1992). THOMSON reconhece Neste Artigo Que NAO HÁ de base racional Suficiente parágrafo justificar a afirmação de Que Mudanças fenotípicas de Pequena Escala possam servi acumuladas parágrafo Produzir Inovações macroevolutivas.

MIKLOS, GL, o surgimento de complexidades organizacionais durante a evolução metazoários: perspectivas da biologia molecular, paleontologia e neo-darwinismo, Mem. Ass. Australas. Palaeontols, Vol. 15: 7-41 (1993). Neste Artigo, Miklos, um eminente biólogo evolucionista explica Que Meras Mudanças NAS genes freqüências de (microevolução) São insuficientes par explicar a Origem de characteristics Biológicas complexas Como OS Planos corporais e outras Inovações de Grande Escala (macroevolução).

WELLS, J., dúvidas sobre mariposas, o cientista, vol. 13 (11): 13 (24 de maio de 1999). POÇOS Neste Artigo discute o Famoso exemplo a Seleção de Livros Didáticos nn naturais - como "mariposas de Manchester", e uma reavalia a evidência da Tratou de Pássaros Que comendo mariposas los troncos de arvores Que fez com que evoluíssem mariposas Novos Padrões de Coloração. POÇOS Afirma Que muitas afirmações comuns sobre como mariposas de Manchester incluído como Que São feitas nn Livros Didáticos-estao erradas.

ERWIN, D., Macroevolução é mais do que repetidas rodadas de Evolução microevolução, e Desenvolvimento, vol. Dois (2) :78-84 (Março / Abril, 2000). ERWIN E hum paleontólogo Renome de. Elementos reconhece Neste Artigo Que OS processes microevolutivos Nao São suficientes par explicar OS Padrões macroevolutivos, e sugere Que Mais Pesquisas São necessárias par se entendre Como ocorre um macroevolução. Elemento afirmou: "microevolução não fornece nenhuma explicação satisfatória para a explosão extraordinária de novidade durante a radiação Neoproterozóico-Cambriano tarde (Valentine et al 1999; Knoll e Carroll, 1999), nem a rápida produção de novas arquiteturas de plantas associadas com a origem das plantas terrestres durante Devoniano (Kendrick e Crane 1997), seguido da origem da maioria dos principais grupos de insetos (Labandeira e Sepkoski 1993). "

LEIA, AF; ALLEN, JE, A Economia da imunidade, Science, vol. 290 (5494) :1104-1105 (Novembro, 2000). A imunização de animais AOS Invasores tóxicos E frequentemente CITADA Como hum exemplo a de Maior Evolução, mas HÁ Limites los QUANTO PODE UMA especie evoluir? De TRADUÇÃO COM ESTA Pesquisa de ler e ALLEN Tais Limites devem certamente Existir, porqué OS Organismos com Resistência imunológica comumente experimentam hum Custo de Aptidão Onde enguias São Menos aptos nenhum Ambiente originais DO Que o Tipo Não-Resistente. ISSO implicações los límites possíveis à mudança evolutiva.

MACHADO, DD, sensibilidade funcional Extreme para conservadores mudanças de aminoácidos na enzima Exteriores, Journal of Molecular Biology, vol. 301:585-595 (2000). Neste Artigo, AXE relata sobre Pesquisas experimentais mostrando a Natureza extremamente especificada das Proteínas, implicando Que como Proteínas funcionais São Raras, e ASSIM, possivelmente difíceis de evoluírem.

STADLER, TMB et al, a topologia do possível:. Espaços formais subjacentes padrões de mudança evolutiva, Journal of Theoretical Biology, vol. 213:241-274 (2001). STADLER et al reconhecem Que OS mecanismos de Evolução e Genética da População comumente citados NAO explicam a mudança de Grande Escala e Que OS IMPORTANTES Eventos na História da Vida PODEM ter se perdido para Semper e Impossível de reconstruí-los usando Explicações evolucionárias Dentro da Genética.

WEISS, K., nós celebraremos estas verdades como evidentes por si Antropologia, Evolutiva, vol. 10:199-203 (26 de Dezembro, 2001). Neste Artigo WEISS reconhece como pressuposições sobre como cais Quais d'Orsay repousa uma Evolução darwinista e desafia OS Cientistas um criticamente pensarem, e NAO aceitar Simplesmente como pressuposições da Evolução cegamente. Elementos Afirma Que essas pressuposições São Tão vigorosamente defendidas Que, "Uma visão de mundo evolutivo é tão fervorosamente realizada por biólogos hoje como eram as visões dominantes de que a evolução deslocadas".

SIMONS, AM, a continuidade da microevolução e macroevolução, Journal of Evolutionary Biology, vol. 15:688-701 (2002). SIMONS reconhece Neste Artigo Que HÁ UM debate Científico sobre si processes microevolutivos PODEM explicar a macroevolução: ". Um debate persistente em biologia evolutiva é um sobre a continuidade da microevolução e macroevolução - se as tendências macroevolutivas são regidos pelos princípios da microevolução" Embora Este autor CREIA Que uma Disputa POSSA servi resolvida, MESMO ASSIM elemento admite Que "A continuidade dos processos selectivos ao longo do tempo e microevolutiva macroevolutiva continua a ser uma fonte de discordância na biologia evolutiva (Solé et al, 1999; Erwin, 2000; Carroll, 2001; Plotnick & Sepkoski, 2001), que Maynard Smith (1989) descreveu como "insatisfatório". Na disputa é se os efeitos da seleção operando ao longo do tempo microevolutivo, ou ao nível da população, representam tendências observadas ao longo do tempo macroevolutiva ".

LÖNNIG, W.-E.; SAEDLER, H., Rearranjo cromossomo e elementos transponíveis, Annual Review of Genetics, vol. 36:389-410 (2002). Neste Artigo, LÖNNIG reconhece Que alguns Sistemas Biológicos São de "complexidade irredutível", Sendo hum forte Desafio à Evolução neodarwinista.

LÖNNIG, W.-E., genomas dinâmicos, estase morfológica, ea origem da complexidade irredutível, Valerio Em Parisi, Valeria De Fonzo, e Filippo Aluffi-Pentini eds., Genética Dinâmicos (2004). Neste Capítulo, LÖNNIG explora como hipóteses e OS Dados (os tais Como complexidade irredutível) Que coloca Desafios explícitos à Evolução Biológica.

Behe, M.; Snoke, DW, evolução Simulando por duplicação de genes de proteína de características que requerem múltiplos resíduos de aminoácidos de proteínas, Science, vol. 13 (2004). Behe e STOKE descrevem Neste Artigo Como Que Proteínas como interagem com outras Proteínas Num Sistema chave-fechadura. Utilizando simulações de Computador, OS Autores mostram Que E Muito Dificil pará  evoluir Este Tipo de Sistema chave-fechadura usando somente Meras Mutações aleatórias e Seleção natural, NAO Guiada.

Skell, PL, Por que nós invocamos Darwin?, The Scientist, vol. 19 (16): 10 (29 de Agosto, 2005). Skell E: Membro da Academia Nacional de Ciências, ESTADOS UNIDOS. Que elementos discute Como uma Evolução Darwiniana E irrelevante parágrafo muitas Pesquisas Biológicas, e Como Que OS BioLogos, nd SUA maioria, nao dependem das ideias de Darwin parágrafo conduzirem SUAS Pesquisas. Ele mesmo concluiu: "evolução darwiniana-o que suas virtudes-se outros não fornecer uma heurística frutífera em biologia experimental. Isto torna-se especialmente evidente quando se compara com uma estrutura heurística, como o modelo atómico, o que abre a química estrutural e leva a avanços na síntese de uma grande variedade de novas moléculas de benefício prático. Nada disso demonstra que o darwinismo é falso. Ele faz, no entanto, que a afirmação de que é a pedra angular da biologia experimental moderna será recebido com ceticismo tranquila de um número crescente de cientistas em campos onde as teorias realmente servem como pilares para avanços tangíveis. "

REYNOLDS, A., A viagem do celular: de metafórico para a fábrica literal, Endeavour, vol. 31 (2) :65-70 (2007). Neste Artigo, REYNOLDS CONCLUI Que a ideia de uma Célula Que E UMA Fábrica NAO E apenas UMA metáfora, mas UMA VERDADE literal: "Hoje, no século XXI, o imaginário metafórico se tornou uma realidade, com células que agem como fábricas de químicos para a síntese de valor comercial de bio-produtos ". ISSO COM consistente e As Expectativas da Evolução neodarwinista?

LÖNNIG, W.-E. Lei et al, Biodiversidade e Dollo:. Até que ponto podem as diferenças fenotípicas entre Misopates orontium e Antirrhinum majus ser reduzida por Mutagênese, Biorremediação, Biodiversidade e biodisponibilidade, vol. 1 (1) :1-30 (2007). LÖNNIG et al tentaram Nesta Pesquisa traçar uma História evolutiva de Dois taxa de Plantas (Que produzem flores) tidas Como próximamente relacionadas. Ellis concluíram Que: "para o surgimento desses taxa, bem como para a concepção de sistemas complexos irredutíveis, o debate continua se mutações e seleção por si só, ser suficiente para produzir todas as novas funções genéticas e inovações necessárias para o citoplasma, membranas e paredes celulares. "

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