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Como sabemos, as primeiras células eucariontes aeróbias evoluíram, segundo a Dra. Lynn Margulis, por integração em só célula de genomas oriundos de bactérias distintas e que antes tinham vida livre e independentes. As células animais e fúngicas seriam descendentes desta célula simbiótica.

Seria uma espécie de evolução por genomas adquiridos.

Podemos então considerar os animais como simbiontes?

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Nosso genoma, naturalmente, não tem nenhum gene que codifica para mitocôndrias. Portanto, temos sistema de hereditariedade duplo: um nuclear e outro citoplasmático, o que reflete nossas origens simbióticas.

Claro que as mitocôndrias precisam  da "hospedagem das nossas células", mas nos também precisamos do DNA mitocondrial para sobrevivência, visto que, como sabemos, a conversão da energia do oxigênio em ATPs é feita nas mitocôndrias.

Portanto, considero o mecanismo da integração de genomas como de fundamental importância para o processo evolutivo. Somos,também,  como dizia a Dra. Lyn Margulis "simbiontes num planeta simbiótico"

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