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Qual é a Evidência para a Evolução? (Legendado por Luc Anderssen)

Já havíamos incluído-o entre nossos vídeos, seguindo a sugestão do professor Fernando Gewandsznajder, mas agora postamos na nossa página principal a versão legenda por Luc Anderssen. Aproveitem!Ver mais...
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Celacanto Ainda Causa Maremoto na Biologia Evolutiva

Quem já passou dos 50 anos, certamente se lembra do seriado National Kid, exibido na televisão brasileira entre 1964 e 1970. O seriado foi criado em 1960, por encomenda, com a finalidade de servir de merchandising para a fábrica de eletrodomésticos National…Ver mais...
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Qual é a Evidência para a Evolução? (Legendado por Luc Anderssen)

Postado por Rodrigo Véras em 24 novembro 2014 às 19:14 0 Comentários

Já havíamos incluído-o entre nossos vídeos, seguindo a sugestão do professor Fernando Gewandsznajder, mas agora postamos na nossa página principal a versão legenda por Luc Anderssen. Aproveitem!

Celacanto Ainda Causa Maremoto na Biologia Evolutiva

Postado por José Antonio Dias da Silva em 11 novembro 2014 às 12:30 0 Comentários



Quem já passou dos 50 anos, certamente se lembra do seriado National Kid, exibido na televisão brasileira entre 1964 e 1970. O seriado foi criado em 1960, por encomenda, com a finalidade de servir de merchandising para a fábrica de eletrodomésticos National Electronics Inc., atual Panasonic. Vestido com roupa espacial, capacete, máscara, capa, luva e com uma grande letra "N" estampado no peito, nosso herói salvava a todos e era auxiliado (ou atrapalhado) por vários personagens. 

Dentre os muitos povos inimigos que o personagem heróico combatia, havia os seres abissais. Governados por Nelkon, os seres abissais andavam a bordo do submarino-monstro cujo nome era Guilton. Quando este balançava as barbatanas, provocava um maremoto, daí a famosa frase: "…

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Semelhanças e diferenças entre os genomas e transcriptomas dos animais.

Postado por Rodrigo Véras em 29 outubro 2014 às 17:35 0 Comentários

Os seres humanos guardam semelhanças impressionantes com outros animais tão distintos como as moscas de fruta e os vermes nematodes, com os quais compartilhamos um ancestral comum que viveu há mais de 540 milhões de anos. Contudo, além das semelhanças já bem conhecidas entre os números de genes, as sequências dos genes, e das proteínas que eles codificam (e mesmo do padrão de organização espacial de certas famílias multigênicas), novos estudos revelam outras similaridades, desta vez no próprio parão de expressão de muitos destes genes e nas redes regulatórias que eles estão envolvidos, normalmente associados com as regiões do DNA onde ligam-se os fatores de transcrição e elementos que controlam o estado da cromatina [(Ilustração de Darryl Leja, NHGRI, NIH].

As sequências de DNA associadas aos genes precisam ser expressas na forma de RNAs funcionais (como os microRNAs regulatórios), ou, como é mais conhecido, na forma de RNAs mensageiros  (que serão traduzidos na forma de peptídeos e proteínas. Estas biomoléculas, por sua vez, combinam-se para fazer várias estruturas biológicas, agem no metabolismo modulando reações químicas ou interagem entre si e como outras pequenas moléculas não proteicas formando redes de sinalização intra e intercelular que controlam a morfologia das células e dos tecidos que elas formam, modulam a composição da matriz ao seu redor, além de controlarem as taxas de proliferação e morte celular, suas propriedades mecânicas, seu movimento e, assim, seus padrões de migração. Este processo se dá de modo bem organizado, com certos conjuntos de genes formando redes de interação metabólica ou de…

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Opinião: por que sou um biólogo conservador com a teoria da evolução

Postado por Eli Vieira em 15 outubro 2014 às 13:30 1 Comentar

Hoje, quero sair do armário como um conservador. Mas, calma lá: é conservadorismo com a teoria da evolução.

Venho acompanhando há mais de 6 anos algumas propostas de reforma da teoria para uma Síntese Evolutiva Estendida.

Para resumir um pouco a história, há alguns biólogos evolutivos que crêem que a chamada Síntese Evolutiva das décadas de 1930 e 1940 deixa de fora fenômenos importantes ao explicar a variedade dos seres vivos e a origem das espécies e suas adaptações.

Chamamos de "síntese" porque houve o encontro de duas teorias da biologia que, à primeira vista, no fim do século XIX e começo do século XX, pareciam incompatíveis. Trata-se da teoria da evolução pela seleção natural, de Charles Darwin, e a teoria da genética de Gregor Mendel. As incompatibilidades foram resolvidas, com o efeito de deixar de lado algumas poucas ideias que não eram essenciais: por exemplo, a ideia do quinto capítulo do Origem das Espécies, de que era possível a herança de características adquiridas durante o desenvolvimento.

A síntese, feita por um punhado de biólogos e estatísticos muito competentes, é que a definição de Darwin para o que é "evolução" - descendência com modificação nas populações dos seres vivos - pode ser entendida, no nível da genética, como a mudança das frequências dos alelos ao longo das gerações. Neste novo contexto a ideia de "aptidão" (fitness) ganhou um sentido, digamos, mais "puro": há genótipos mais ou menos aptos, e podemos medir a aptidão pela contribuição relativa de cada genótipo para os números de organismos viáveis observados na prole. Com base desse foco nos genes como detentores da informação herdável, a teoria sintética estabeleceu uma definição clara de processo evolutivo - são os processos que alteram em alguma…

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Uma guerra evolutiva dentro de nós

Postado por Rodrigo Véras em 29 setembro 2014 às 17:06 0 Comentários

Em um novo estudo, publicado na revista Nature, uma equipe de pesquisadores fornece mais evidências de que o genoma dos primatas foi moldado por uma batalha, ainda em curso, entre elementos genéticos móveis ("genes saltadores"), derivados de infecções virais ancestrais, e os genes que evoluíram em resposta a estes elementos e que controlam sua expressão, sendo talvez esta  'corrida armamentista evolutiva' um dos principais impulsos por trás da evolução regulatória e do aumento de complexidade genômica de nossa linhagem [1].

Ao longo de sua evolução, os primatas tiveram seus genomas modificados por ondas de inserções de retrotransposon, que foram seguidas pela evolução de maneiras de reprimir a transcrição desses retrotransposon e sua expansão pelos genomas e evitar novas inserções. Estes retrotransposons uma vez inseridos só podem se replicar dentro do genoma e dependendo de onde uma nova cópia é inserida, um 'salto' destes pode perturbar genes normais, produzindo mutações e ocasionando doenças. Porém, outras vezes, estes efeitos são mínimos e negligenciáveis para o hospedeiro, simplesmente aumentando o tamanho total do genoma, evoluindo de maneira neutra. Em outras circunstâncias, entretanto, muito mais raras, estes saltos e expansões podem trazer consequências vantajosas aos hospedeiros, uma vez que o novo DNA adicionado pode ser uma fonte de novos elementos reguladores que aumentam a expressão do gene [1] [Figura ao lado. Autor: David Greenberg]. Contudo, como estes eventos são raros e a probabilidade de efeitos desvantajosos (deletérios) é maior, isso implica que a seleção natural normalmente favorece a evolução…

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Dentes, armaduras e a evolução dos peixes esgana-gatas

Postado por Rodrigo Véras em 24 setembro 2014 às 1:41 0 Comentários

Os peixes esgana-gatas de três espinhos têm sido de grande valia no aprofundamento de nossa compreensão das bases moleculares da evolução morfológica adaptativa, sendo um dos grandes modelos dos estudos de Evo-Devo, a biologia evolutiva do desenvolvimento. Estes animais são excelentes modelos de estudo tanto por sua abundância e facilidade de coleta, bem como por serem de fácil manutenção em laboratórios, propícios a cruzamentos entre populações distintas (e entre espécies próximas); além de serem ótimos para estudos embriológicos e moleculares. Existe também um bom registro fóssil dos mesmos, tendo estes animais re-colonizado os mesmos tipos ambientes várias vezes a partir de populações marinhas, em um 'quase-experimento' natural replicado, que tem se repetido nos últimos 15 000 anos.

Este é um dos pontos mais importantes e que os tornam tão bons modelos de estudos de evolução, já que populações destes pequenos peixes passam por mudanças evolutivas muito rápidas quando se deslocam do oceano para os lagos de água doce, perdendo a sua armadura óssea (e ganhando mais dentes), em períodos de menos de 10 anos, permitindo que a evolução morfológica extensiva seja analisada em tempo real. Porém, talvez o ponto mais interessante, seja que estas mudanças rápidas não envolvem mutações nas regiões codificadoras dos genes, ou seja, naquelas porções do DNA que especificam diretamente as sequências de aminoácidos das proteínas, mas sim nas regiões de DNA (cis)regulatórias, aqueles trechos não codificantes, mas que estão…

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Um peixe fora d´agua [video]

Postado por Rodrigo Véras em 11 setembro 2014 às 17:46 2 Comentários

Um novo e criativo experimento pode lançar alguma luz sobre os tipos de mudanças que permitiram nadadeiras de vertebrados aquáticos ancestrais evoluírem em patas, como aconteceu com certos tipos de peixes durante o devoniano, dando origem aos tetrápodes. Este vídeo (em inglês) explica o experimento publicado na revista Nature [e alvo de um post recente do evolucionismo: “Andando como um peixe fora d´água”] e o contexto científico em que ele está inserido, ou seja, no estudo dos efeitos da plasticidade do desenvolvimento dos organismos em sua evolução.

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  • Standen, Emily M., Du, Trina Y. & Larsson, Hans C. E. Developmental plasticity and the origin of tetrapods Nature 27 August 2014 doi:10.1038/nature13708

Andando como um peixe fora d´água

Postado por Rodrigo Véras em 10 setembro 2014 às 20:58 0 Comentários

Caminhando sob o sol, apoiando-nos em nossos pés e utilizando nossas mãos para limpar o suor do rosto, normalmente, não nos indagamos sobre os percalços que nossos ancestrais mais remotos e nossa linhagem como um todo, passaram para chegar  a este ponto em nossa história. Embora isso possa sugerir que seríamos o pináculo de algum movimento ascendente em direção ao 'progresso evolutivo', tal conclusão não se sustenta a partir de um exame um pouco mais atento das evidências. Nós, seres humanos, como os demais seres vivos, somos uma mistura de caracteres 'primitivos' (ou seja, mais antigos) e 'derivados' (ou seja, mais modernos e que se derivaram dos caracteres mais antigos) [Filogenia Mastigada 1: Princípios de Filogenia e conceitos básicos’, ‘Filogenia Mastigada 2: Polarização de Séries de Transformações e o ...’, ‘Filogenia Mastigada 3. Grupos Monofiléticos e Merofiléticos e a fil...’, ‘Filogenia Mastigada 4 : Interpretando uma árvore filogenética – par...' e 'Filogenia Mastigada 5 – Interpretando uma árvore filogenética 2/2’.]. Por exemplo, ao mesmo tempo que mantemos o padrão de cinco dedos (pentadáctilo) ancestral típico dos vertebrados terrestres (Por que cinco dedos? e Contando dedos em aves e dinossauros), as aves sofreram redução neste padrão nos membros posteriores, além de terem passado por uma incrível modificação nos membros…

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Uma janela para Ediacara

Postado por Rodrigo Véras em 22 agosto 2014 às 14:00 3 Comentários

Algumas dezenas de milhões antes da 'explosão cambriana' (veja 'A Explosão Cambriana: Uma introdução', 'A explosão cambriana. Parte II: Rápida, mas nem tanto assim!' ,' O 'pavio filogenético' e a 'explosão cambriana' não se fundem.', 'A Explosão Cambriana', 'De volta ao cambriano: Dividindo o evento,', 'Conheça os fósseis dos primeiros animais com ‘esqueleto’ (via Revista FAPESP)'), os oceanos da terra eram habitados por um grupo de animais bastante diferentes daqueles que estamos acostumados (e dos quais nós mesmos fazemos parte) formando aquilo que se convencionou chamar de 'biota de Ediacara'.

Ao lado uma reconstrução dos ramos e 'folhas' dos rangeomorfos, um grupo de animais que viveram durante o período Ediacarano…

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Recontruindo dentes de roedores ancestrais em laboratório.

Postado por Rodrigo Véras em 11 agosto 2014 às 20:30 0 Comentários

Cientistas das Universidade de Helsinque e da Universidade Autônoma de Barcelona (além de instituições na Austrália, China e Estados Unidos) conseguiram reproduzir em laboratório certos tipos de alterações morfológicas, que ocorreram ao longo de milhões de anos, na dentição de mamíferos. Eles fizeram isso empregando culturas de células derivadas dos primórdios dentários (explantes dentais) de animais que não expressavam um gene específico - ou seja, que possuíam uma 'mutação nula', que é um tipo de mutação de 'perda de função'. Este gene codifica uma proteína chamada de  ectodisplasina A [EDA, veja ao lado um modelo da proteína: PDB 1rj7] [1], que  faz é parte de uma via…

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- Esta rede é laica, ou seja, o Evolucionismo.org é neutro quanto à religião. Em outras palavras, religião não é o assunto aqui, o Evolucionismo existe, como diz sua descrição breve, para agregar "ciência e filosofia sobre evolução biológica", e apenas isso.

 

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Siga os 5 passos do evolucionista:

1) Confira nosso manifesto de lançamento.

2) Aprenda o que é (e o que não é) evolução:
- origem do termo na Biologia;
- definição em livro-texto.

3) Saiba por que evolução é ao mesmo tempo um fato e uma teoria:
- lendo um artigo de Stephen Jay Gould;
- lendo a primeira e segunda partes de um texto de Gilberto Miranda Junior.

4) Conscientize-se sobre algumas evidências do fato da evolução:
- em aves;
- num artigo da revista Nature sobre 15 joias da evolução.

5) Agora é só usar a pesquisa no canto superior direito, convidar os amigos interessados e nos ajudar a manter o Evolucionismo inteligente!
 
 
 

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