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Dia C da Ciência

No início do século passado o cientista Carlos Chagas alcançou um feito único na História da Medicina ao relacionar os organismos e os aspectos relacionados à doença infecciosa que leva o seu nome. Chagas não só descobriu que o protozoário Trypanosoma cruzi (agente causador da doença) era transmitido pelo triatomíneo popularmente conhecido por barbeiro, como descreveu as manifestações clínicas e a epidemiologia da referida doença. Por sua relevante pesquisa acadêmica, Chagas foi por duas vezes…Ver mais...
15 Nov
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II Encontro Alagoano de Evolução: 7, 8 e 9 de março de 2018 em Museu de História Natural da Universidade Federal de Alagoas (UFAL/Maceió)

7 março 2018 às 18 a 9 março 2018 às 19
Em 2018, participe do II EAE e vamos continuar discutindo sobre a Evolução Biológica com profesores, estudantes e amantes do tema! O evento é promovido pelo Grupo de Estudos Sobre Evolução Biológica (GESEB), com patrocínio da European Society for Evolutionary Biology (ESEB) e apoio do Museu de História Natural da Universidade Federal de Alagoas.Palestrantes:Nelio Marco Vincenzo Bizzo, Felipe Malheiros Gawryszewski, Hugo Fernandes-Ferreira, Richard James Ladle, Kim Ribeiro Barão, Marcos Vinícius…Ver mais...
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Os Caminhos Equivocados do Nosso Ensino de Evolução Biológica

Nos Estados Unidos, o ensino da evolução biológica já vem sofrendo resistência por parte de organizações criacionistas, principalmente nas localidades onde se verificam altas proporções de protestantes evangélicos. Essa situação serviu tanto para gerar debates históricos como para proporcionar o desenvolvimento…Ver mais...
20 Out
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Mensagens de blog

Dia C da Ciência

Postado por Maxwell Morais de Lima Filho em 27 outubro 2017 às 12:23 0 Comentários

No início do século passado o cientista Carlos Chagas alcançou um feito único na História da Medicina ao relacionar os organismos e os aspectos relacionados à doença infecciosa que leva o seu nome. Chagas não só descobriu que o protozoário Trypanosoma cruzi (agente causador da doença) era transmitido pelo triatomíneo popularmente conhecido por barbeiro, como descreveu as manifestações clínicas e a epidemiologia da referida doença. Por sua relevante pesquisa acadêmica, Chagas foi por duas vezes indicado (1913 e 1921) ao Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina.

Dezenas de laboratórios brasileiros uniram forças há 20 anos para realizar uma façanha restrita a poucas potências mundiais – o sequenciamento completo de um genoma. O organismo biológico escolhido foi a bactéria Xylella fastidiosa, causadora de uma praga nos laranjais brasileiros e responsável direta por consideráveis prejuízos econômicos. Como não poderia ser diferente, o primeiro sequenciamento do genoma de um fitopatógeno no mundo colocou o Brasil na ponta da pesquisa em Biologia Molecular, além de desempenhar relevante papel na formação e no aperfeiçoamento de numerosos cientistas…

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Os Caminhos Equivocados do Nosso Ensino de Evolução Biológica

Postado por José Antonio Dias da Silva em 20 outubro 2017 às 22:57 0 Comentários



Nos Estados Unidos, o ensino da evolução biológica já vem sofrendo resistência por parte de organizações criacionistas, principalmente nas localidades onde se verificam altas proporções de protestantes evangélicos. Essa situação serviu tanto para gerar debates históricos como para proporcionar o desenvolvimento de um grande número de pesquisas sobre o ensino de evolução nas escolas daquele país. Aqui no Brasil, apesar do nosso país não possuir fortes tradições criacionistas, nos últimos anos foram sugeridas propostas educacionais de caráter não-científico que, se adotadas, podem comprometer de forma irremediável a qualidade do ensino de ciências e biologia (TIDON; VIEIRA, 2009)

No âmbito do sistema educacional brasileiro, a evolução biológica é um dos temas integradores dos currículos das disciplinas escolares de Ciências e Biologia, o que pode ser verificado nos principais documentos oficiais do governo que tratam da educação básica. As Orientações Curriculares para o Ensino Médio - OCEM (BRASIL, 2006) e os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN (BRASIL, 1999), propõem que os conteúdos de Biologia sejam abordados sob o enfoque ecológico-evolutivo. As OCEM salientam ainda que o tema origem e evolução da vida sejam tratados ao longo de todos os conteúdos de Biologia, não representando uma diluição do tema, mas sim uma articulação com outras áreas (BRASIL, 2006).

Como explicam Souza e Dorvillé (2014),





"Apesar da…

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'A teoria do cérebro trino tem credibilidade no meio científico?' [do Tumblr]

Postado por Rodrigo Véras em 12 setembro 2017 às 22:30 0 Comentários

Mais uma direto do Tumblr.

"A teoria do cérebro trino tem credibilidade no meio científico? Nosso cérebro ainda guarda os resquícios de formas de vida anteriores, e isso seria o "instinto"?"

Respondendo a sua primeira pergunta:

A hipótese de MacLean chegou a gozar de uma certa popularidade e foi recebida com alguma empolgação no final dos anos de 1960 e 1970, mas atualmente não é aceita na comunidade científica, especialmente entre os neurobiólogos comparativos e biólogos evolutivos - exatamente, quem estuda a evolução dos cérebros dos vertebrados.

MacLean, a grosso modo, propôs que nós seres humanos possuiríamos ‘três mentes’ relativamente independentes, que competiriam entre si e que teriam sua origem em 'estágios' diferentes de nossa evolução, sendo, respectivamente, resquícios de nossos ancestrais reptilianos mais remotos, de nossos ancestrais mamíferos mais primitivos e, por fim, um que remontava a nossos ancestrais primatas [1]. O problema é que, apesar da imagem atraente, existem vários problemas…

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As origens do neocórtex: Nem tão novo e nem tão único.

Postado por Rodrigo Véras em 14 agosto 2017 às 23:21 0 Comentários

Os mamíferos são terapsídeos, um grupo de vertebrados pertencente aos sinapsídeos, um táxon mais amplo que, além dos mamíferos, inclui seus ancestrais mais diretos e vários subgrupos aparentados a esses ancestrais. Uma das características que distingue nosso ramo particular da linhagem dos terapsídeos é a posse de um neocortex, um região cerebral especializada formado por seis camadas que revestem o prosencéfalo, a porção mais anterior de nossos encéfalos [1, 2, 3]. Uma parte importante das habilidades sensoriais, motoras e cognitivas de nossa linhagem depende dessa estrutura. Apesar de a origem do neocortex ainda estar envolta em discussões e debates, a visão mais difundida é que ele teria evoluído, primeiramente, por volta do fim do período triássico em terapsídeos ‘mamaliformes’ [4]. Novas evidências, entretanto, sugerem que um tipo de ‘neocortex’ teria evoluído quase 25 milhões de anos antes da emergência dos primeiros mamíferos, em um ramo colateral dos terapsídeos - isto é, em um ramo distinto daquele dos nossos ancestrais diretos, portanto, denotando um caso de convergência evolutiva [4, 5, 6].

Estudando um crânio fóssil de 255 milhões de anos do Therapsida, Kawingasaurus fossilis, do final do Permiano, encontrado na Tanzânia, o estudante de doutorado Michael Laaß descobriu que o espécimen apresentava um volume cerebral relativo cerca de duas ou três vezes maior do que observado em outros terapsídeos não mamíferos. Segundo Laaß, o Kawingasaurus possuía um prosencéfalo grande com dois hemisférios cerebrais distintos, exibindo, claramente, uma estrutura semelhante ao neocórtex de mamíferos [5].…

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Os primeiros humanos modernos ou os ultimos seres humanos arcaicos?

Postado por Rodrigo Véras em 12 julho 2017 às 23:30 0 Comentários

No dia 8 de junho deste ano, dois artigos foram publicados na revista britânica Nature, que relatam a re-datação e análise de crânios fossilizados de um representante de nossa linhagem que pode ser o Homo sapiens mais antigo já encontrado, tendo vivido cerca de 100 000 anos antes do que os espécimes mais antigos conhecidos ante então [1, 2, 3]. Como consta no abstract de um dos artigos, publicado na revista Nature:

Nosso trabalho focado em amostras coletadas no site arqueológico Jebel Irhoud, no Marrocos. É um lugar bem conhecido pelos fósseis de homininas - isto é, ossos dos primeiros seres humanos - originalmente escavados na década de 1960. No entanto, a interpretação dos primeiros fósseis e a identificação de sua idade foram comprometidas anteriormente, devido à incerteza sobre a datação geológica das camadas de sedimento em que os restos foram encontrados. Mais de 40 anos depois, em 2004, uma equipe internacional de cientistas reabriu a escavação. Eles descobriram 16 novos fósseis de Homo sapiens e um grande número de artefatos da Idade da Pedra Média. Agora, em 2017, podemos relatar esses restos graças a melhores técnicas de namoro. A nova análise propõe uma versão revisada da história evolutiva dos seres humanos modernos, que envolve todo o continente africano, e muito antes da propagação "Para fora da África", do Homo sapiens, para outros continentes (datada de cerca de 100 mil anos atrás). ” [2]…

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Assinaturas moleculares da seleção natural nos primeiros americanos.

Postado por Rodrigo Véras em 19 abril 2017 às 4:26 0 Comentários

A seleção natural é um dos mais importantes fatores evolutivos. Juntamente com as mutações (a fonte derradeira da variabilidade genética) e a deriva genética aleatória, a seleção é um do motores da evolução dos seres vivos. Ela tem um papel crucial na evolução de adaptações bioquímicas, fisiológicas, morfológicas e comportamentais em resposta a mudanças no clima, na dieta e nas doenças etc, inclusive em seres humanos. Infelizmente, não é muito fácil estudá-la, principalmente quando sua ação aconteceu em um passado remoto e temos apenas a variação genética atual como evidência. Felizmente, é possível utilizar técnicas de análise genética atuais para identificar variantes genéticas que existem em diferentes frequências em populações distintas, vasculhando-as em busca de ‘assinaturas moleculares' da seleção natural. Isso é feito com a ajuda de métodos estatístico-computacionais muito poderosos que nos permitem discernir tais assinaturas comparando-se ao que esperaríamos encontrar caso elas fossem fruto de evolução neutral, ou seja, em virtude dos efeitos da deriva genética em variantes que não conferiam nem vantagens ou desvantagens adaptativas apreciáveis (veja, por exemplo, 'A evolução do receptor TAS2R38 em primatas: O amargor da seleção natural' e 'Marcas da adaptação: A teoria neutra e as ssinaturas moleculares da seleção natural').

Há alguns anos haviam sido identificadas certos tipos de variantes genéticas (SNPs, do inglês 'single nucleotide polymorphisms') muito comuns em populações…

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Ressuscitando genes e proteínas ancestrais: Uma viagem molecular no tempo.

Postado por Rodrigo Véras em 16 março 2017 às 20:46 2 Comentários

Tudo o que sabemos sobre o passado mais remoto depende daquilo que restou dele nos dias atuais e do que podemos concluir a partir daí. As viagens no tempo da ficção científica, pelo menos como imaginadas por H.G. Wells e outros autores, ainda são só isso: ficção. Os paradoxos que se impõem a partir das indagações filosóficas sobre o tema e a gigantesca complexidade e as assustadoras demandas que as teorias da física moderna fariam, caso as viagens no tempo para o passado fossem possíveis, não nos deixam muita esperança, na prática, de voltar ao passado e testemunhá-lo por nós mesmos. Essa simples constatação tem por implicação que as ciências históricas (como a geologia, a paleontologia e boa parte da biologia evolutiva) deparam-se com limitações óbvias, que, não obstante, não nos impediram de alcançar conclusões muito sólidas sobre o que de fato ocorreu ou não.

Porém, apesar de as viagens no tempo para o passado continuarem apenas objeto da ficção científica, o avanço nas técnicas de sequenciamento, síntese, expressão e análise de biomolécula - juntamente com o desenvolvimento de métodos filogenéticos, equipamentos e procedimentos computacionais necessários a sua execução - estão nos dando a oportunidade de 'trazer do passado' biomoléculas há muito desaparecidas de nosso planeta. Essas técnicas têm modificado e enriquecido o estudo da evolução biológica. Elas nos permitem olhar muito mais longe em nosso passado evolutivo do que antes havíamos ser possível. Os genes e as proteínas de espécies extintas não estão mais para sempre perdidos no tempo.…

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A Estabilidade do Paradigma Darwiniano

Postado por José Antonio Dias da Silva em 24 janeiro 2017 às 23:57 0 Comentários

Passados mais de 150 anos desde a publicação da primeira edição de 'A Origem das Espécies', a teoria proposta pelo naturalista Charles Darwin (e por Alfred Russel Wallace) ainda permanece ilesa e fortificada apesar das inúmeras tentativas de refutação a que foi submetida ao longo do tempo. De acordo com o médico psiquiatra, antropólogo e professor universitário português António Bracinha Vieira, a teoria de Darwin:

"conseguiu algo extraordinário e único no mundo científico: ao longo de um século e meio foi englobando, sintetizando e dando sentido a outras teorias, hipóteses explicativas e modelos dispersos pelo espaço imenso das ciências naturais que vão da geobiologia à biologia molecular." (Vieira, 2009, p.11)

A solidez do chamado paradigma darwiniano, produzido nos anos 1940 durante a síntese evolucionista, sempre foi proclamada e sustentada com afinco pelo biólogo, nascido na Alemanha (naturalizado e radicado nos EUA), Ernest Mayr (1904-2005). Segundo Mayr, os princípios básicos do darwinismo estão mais firmemente estabelecidos do que nunca, posto que hoje é um programa de pesquisa…

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Informação, biologia e evolução Parte IV:

Postado por Rodrigo Véras em 20 setembro 2016 às 0:00 0 Comentários

Informação e Complexidade

Nessa quarta parte da série de postagens “Informação, biologia e evolução” ['Informação, biologia e evolução: Parte I' e "Informação, biologia e evolução Parte II" e "Informação, biologia e evolução Parte III"] abordarei as relações entre informação e complexidade. Como ocorre com a palavra ‘informação’, a palavra ‘complexidade’ tem vários significados relacionados, a maioria dos quais muito vagos e, por vezes, ambíguos. Por causa disso não existem medidas de caráter geral para a complexidade que tenham sido consensualmente aceitas pelos cientistas:

Apesar da importância e ubiquidade do conceito de complexidade na ciência e na sociedade moderna, não existem atualmente meios gerais e amplamente aceitos para medir a complexidade de um objeto físico, sistema ou processo. A falta de qualquer medida de caráter geral pode refletir o estágio inicial da nossa compreensão dos sistemas complexos,…

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A seleção natural foi refutada? Os argumentos de William Dembski [Tradução]

Postado por Rodrigo Véras em 25 agosto 2016 às 21:39 0 Comentários

O movimento antievolucionista, cuja versão mais moderna é o 'Criacionismo do Design Inteligente' (CDI), em sua campanha contra o ensino de evolução, depende da distorção da literatura científica. Eles fazem isso de maneira a lhes permitir fazer alegações que, superficialmente, parecem tornar a simples ideia de evolução por mecanismos naturais inviável ou, pelo menos, altamente improvável, apesar da quantidade gigantesca de evidências científicas que corroboram a realidade deste fenômeno e do amplo consenso que respalda dentro da comunidade científica. Entre as estratégias preferidas pelos Criacionistas do DI, entre as mais perniciosas, estão as que dependem do uso e abuso dos conceitos de informação e probabilidade.

Neste quesito o principal nome que vem à tona é o do matemático, teólogo e filósofo William Dembski que propôs uma série de conceitos e ideias (com nomes pomposos tais como, "lei de conservação da informação', 'filtro explanatório', 'complexidade especificada', 'informação complexa especificada', 'limite universal de probabilidade' etc) pelas quais, supostamente, seria possível inferir um Designer Inteligente superhumano e ultrapoderoso, de maneira cientificamente rigorosa. Porém, estes conceitos e ideias que jamais estabeleceram-se na literatura científica especializada, ainda assim, foram sistematicamente analisados, dissecados e, por fim, derrubados por uma série de filósofos, cientistas e matemáticos; muitos dois quais chamaram a atenção para a vagueza ou incoerência de muitos destes conceitos e, nos casos em que é possível uma interpretação  minimamente coerente e realista, enfatizaram que com base neles, simplesmente, não é possível derrubar a evolução por mecanismos naturais, portanto, não tendo sida estabelecida em bases rigorosas a inferência de um Designer.…

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- O Evolucionismo foi finalista do prêmio de melhor blog científico em língua portuguesa da rede ResearchBlogging.org em 2010.

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- Este projeto de divulgação científica foi criado em 14/10/2008 como parte de um projeto de iniciação científica financiado pelo CNPq, e hoje é um projeto independente de parceria entre profissionais interessados, sendo os principais responsáveis os biólogos pós-graduandos Eli Vieira e Rodrigo Véras.

- Esta rede é laica, ou seja, o Evolucionismo.org é neutro quanto à religião. Em outras palavras, religião não é o assunto aqui, o Evolucionismo existe, como diz sua descrição breve, para agregar "ciência e filosofia sobre evolução biológica", e apenas isso.

 

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Siga os 5 passos do evolucionista:

1) Confira nosso manifesto de lançamento.

2) Aprenda o que é (e o que não é) evolução:
- origem do termo na Biologia;
- definição em livro-texto.

3) Saiba por que evolução é ao mesmo tempo um fato e uma teoria:
- lendo um artigo de Stephen Jay Gould;

4) Conscientize-se sobre algumas evidências do fato da evolução:
- em aves;
- num artigo da revista Nature sobre 15 joias da evolução.

5) Agora é só usar a pesquisa no canto superior direito, convidar os amigos interessados e nos ajudar a manter o Evolucionismo inteligente!
 
 
 

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